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A GUARDETE E O SEGURAN�A DO SHOPPING

Boa Noite, amigos!!!



Depois da minha primeira aventura com meu colega vigilante e depois de fazer a estreia do meu maridinho como corno, n�o podia deixar a vingan�a apenas nesse capitulo. algumas semanas depois do ocorrido, conheci um seguran�a no shopping em que trabalhava e depois de algum papo resolvi dar pra ele e vou contar como foi essa aventura.



Fomos beber vinho num barzinho proximo do shopping e depois de um pouco alta, dei o sinal verde para irmos ao motel, no carro nos beijamos e depois de um amasso cheio de m�o boba dele, entramos no primeiro motel que encontrou no caminho. O Gilberto era conhecido como "Bolad�o". tods os chamavam assim mais poucos sabiam porque e eu descobri, mais de um jeito bem diferente e gosotoso.



Chegamos no motel e mal entramos, ele j� foi me agarrando e beijando, eu estava meia bebada e deixava ele tomar conta da situa��o, depois de quase arrancar minha orelha, quase arrancou minha cal�a e rapidinho tirou toda minha roupa. ele era violento e r�pido, me bolinava com for�a e depois de me deixar arreganhada na cama, metia a lingua bem fundo na minha buceta que tava toda enxarcada, ele chupava com for�a, mordia meu clitoris, mordia minha coxa, me fazia rebolar na boca dele, depois me virou e mandou eu ficar de quatro mais com os peitos na cama, com a cara enfiada no travesseiro, voltou a me chupar com vontade, metendo a linga at� no meu cu, nunca dei o cu, e reclamei dizendo que n�o gostava de dar o cu, ele, reclamou e mandou eu voltar pra posi��o que estava, me dando um forte tapa na bunda, eu meia tonta, nada dizia, s� gemia e ofegava, abafada pelo travesseiro, depois de um tempo, ele parou, mais mandou eu ficar daquele jeito, a posi��o me favorecia e fiquei sem responder, logo dui surpreendida por algo grosso penetrando na minha buceta. era ele metendo tudo de uma s� vez, come�ando um vai e vem frenetico, eu gemia forte com as investidas dele, mais ele parecia de ferro, metia com vontade, s� se ouvia as batidas da minha bunda contra ele e minha geme��o.



Ele n�o cessava, parecia um alucinado, metia sem parar, parecia que gozaria naquele minuto, ele me viu gozar e parou saindo de cima de mim. me empurrou contra a cama me fazendo cair, veio pra lateral da cama, deitou atras de mim levantou minha perna e meteu de novo, e me puxando pela cintura voltou a bombar, era gostoso demais, ele metia como poucos parecia uma maquina, e n�o demoraria pra mim gozar novamente, ele gritava mandando eu gozar e eu dizia que sim, vou gozar, vou gozar e come�ava a tremer na piroca dele, ele metia com mais for�a ainda, estocando de forma barulhenta, o som da mimnha bunda batendo contra ele, ecoava naquele quarto. ele saiu de mim de novo e eu j� estava cansada de levar pirocada, mais parecia que ele tava longe de acabar. depois me puxou da cama e fez algo que s� tinha visto em filme, me fez sentar na pica dele e se levantou da cama, me deixando suspensa no colo dele sentada de frente pra ele com bra�os me envolvendo e me sacudindo sobre a pica dele, era gostoso demais e dessa vez tive esparmos de prazer, ele me estocava e me beijava ao mesmo tempo, nunca tinha sido fudida daquele jeito, nem pelo meu marido que me esperava em casa a essa hora.



J� estava ardida e feliz e ele parecia que me racharia ao meio, me jogou na cama de novo e me disse que queria gozar muito em mim, disse que ele poderia gozar onde quisesse e disse que eu adoraria, me puxou pelo cabelo e me mandou debru�ar sobre a pia que tinha no banheiro, fui me ajeitar e logo fui hostilizada por ele, que me encoxou me enpurrando contra a pia, tinha um grande espelho de frente pra mim onde podia ver seus movimentos, ele beijava minhas costas e apertava meus dois seios, logo se ajeitou e meteu tudo de novo na minha buceta, ele era rude, e metia com vontade, n�o queria saber se me machucaria ou n�o, apenas estocava com vontade e me xingava, eu gemia e ele me chamava de puta, perguntava se queria leite, eu respondia que sim, e ele disse que me daria de mamar, e aumentou ainda mais o ritmo das estocadas, segurou em meu rabo de cabelo come�ou a puxar contra ele, me fazendo ir de encontro a ele, com a cabe�a inclinada, acompanha a cara dele e todo o movimento, eu gozei olhando pra ele de novo, e ele come�ou a gemer avisando que gozaria, saiu de mim e me mandando ajoelhar, eu fui jogada no chao por ele que me encuralou contra a parede ao lado da pia e for�ou a entrada da minha boca, eu ia reclamar, mais n�o deu tempo, ele meteu a cabe�a, e espirrou esperma, senti no ceu da boca, seguidos de longos e fartos outros jatos de espema, nunca tinha engolido, mais fui obrigada, pois engasguei com todo aquele leite em minha boca, ele se punhetava e mantinha a pica na minha boca, eu nada fiz e deixei ele sair de mim, ele voltou para o quarto e se atirou na cama, cansado, que foda! ele dizia... eu fiquei ainda naquele canto do banheiro, cuspi o resto do esperma de minha boca e depois fui tomar banho, ele veio em seguida entrou no box comigo me beijos e disse que tinha sido a melhor transa da vida dele. voltei pra casa toda ardida, por�m feliz, mais a vingan�a n�o tinha terminado ali.



beijos



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