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ONDE TERMINA A FANTASIA E COME�A A REALIDADE?

� not�rio que passa pela fantasia de qualquer casal de forma individual ou com cumplicidade a possibilidade de transar com o parceiro ou a parceira de um casal pr�ximo. N�o importa em que classe social estejamos, essa � uma das fantasias mais comuns e na minha opini�o � a que desperta excita��o. Uma transa casual com um desconhecido sem d�vida nenhuma � algo muito gostoso, porem, acredito que nada se compara a uma transa conquistada com pequenas sedu��es, olhares maliciosos, decotes, insinua��es... aquele clima sutil e em alguns casos nem t�o sutil assim que fica no ar � incompar�vel, nos torna meros marionetes nas m�os do desejo e da imagina��o. Acho que est� na hora de por um pouco de a��o para que esse texto n�o fique chato, n�!

Meu nome � Paulo sou um cara comum de 34 anos, casado, filhos... em resumo igual a maioria de voc�s, tenho uma vida social relativamente agitada, normalmente me re�no com casais de amigos, sempre � muito divertido, piadas, risadas aos montes, claro que tudo isso regado a bebidas o que normalmente torna o ambiente descontra�do, embora, todos nos respeitarmos muito, � imposs�vel evitar alguns olhares e na medida que o �lcool vai fazendo efeito as pessoas p�em para fora um pouco do que tem guardado dentro de si. Num desses churrascos com aproximadamente uns 8 casais estava a Flavia esposa de um amigo de inf�ncia, ela sempre se veste de forma sexy, mas, sem ser vulgar, costumo dizer que ela sabe escolher o tempero e o usa na quantidade exata, nesse dia estava usando um vestido estampado, curto o suficiente para enlouquecer a imagina��o de um homem e com um decote que mais parecia um convite para nossos olhos, nesse dia ela se destacou em meio a todos n�s, sempre sorridente, espont�nea, bricalhona... Num dado momento em que estava o pessoal todo reunido eu me afastei um pouco para atender o telefone devido ao barulho, ap�s terminar a liga��o antes de me juntar ao grupo fui pegar uma cerveja na freezer que estava h� alguns metros do pessoal s� que protegida por uma parede, como a freezer era horizontal me abaixei um pouco para pegar a latinha e j� me levantando com ela aberta e pronto para dar um gole, escuto aquela voz gostosa dizendo:

-Tamb�m quero, tamb�m quero!

Com um sorriso no rosto e sem terceiras inten��es fa�o um gesto oferecendo a minha lata a ela, ela aproximou-se pegou a lata de minha m�o deu um gole generoso, me olhou diretamente nos olhos e devolveu a latinha dizendo:

-Uhm que del�cia, nada como um gole de uma cerveja bem gelada para baixar o fogo!

Disse isso com um sorriso malicioso no rosto e para provocar ainda mais, utilizou a m�o que estava livre e come�ou a se abanar na altura dos seios. Nossa, aquela cena me deixou de pau duro na hora! Retribui o sorriso e olhando para aquela boquinha ainda �mida pela cerveja perguntei em tom de brincadeira:

-Opa, o que fez acender esse fogo? Parece que o Marcos (marido dela) tem seus truques.

Com o mesmo sorriso, mas, com uma express�o de mist�rio, ela retrucou:

-Marcos, n�? Bem, se � isso o que voc� pensa!

Dito isso, exibi um certo ar de curiosidade pelo o que ela acabar� de dizer, mas, achei melhor n�o interromp�-la, ent�o s� deixei rolar, em seguida ela disse:

- Preciso te devolver a cerveja! Uhmm acho que voc� tamb�m est� precisando de um bom gole!

Ela disse isso ap�s passar o olhar por minha bermuda, tamb�m olhei para baixo e pude ver que meu pau havia me denunciado, ele estava bem esticado com um volume totalmente aparente para quem quisesse olhar, senti um leve constrangimento, mas, como o clima estava descontra�do, brinquei dizendo:

-Xiii acho que voc� tem raz�o, mas, pode ficar com essa que pego outra para mim, considere um presente.

Ela sorriu e disse:

-Uhm que homem generoso, j� que � para eu considerar isso como se fosse um presente, acho que voc� me colocou na obriga��o de retribuir... deixe me ver!!

Nesse momento meu cora��o acelerou, minha cabe�a j� estava a mil por hora, me questionava se eu n�o estava vendo coisas, se n�o estava confundindo simples brincadeiras com algo mais s�rio, em resumo, considerava todas as possibilidades.

Fiquei olhando no rosto dela enquanto ela fazia gesto como se estivesse pensando em como me retribuir. Acho que na verdade ela estava � avaliando a poss�vel consequ�ncia do que estava prestes a dizer, ent�o numa express�o de quem n�o encontrou o que procurava ela disse:

-Ai ai, que tarefa dif�cil essa que voc� me deu, esse seu presente ter� que ficar para uma outra oportunidade!

Eu disse com um ar de desapontado, mas, em tom de brincadeira:

-Puxa, me senti como um garoto que n�o recebeu o presente esperado no natal!

Ela sorriu e vou virando-se em dire��o ao pessoal dizendo:

-Uhm que peninha, mas, quem sabe esse “garoto” n�o � surpreendido no natal do ano seguinte com algo bem melhor.

Essa conversa n�o durou muito tempo, mas, foi como se estiv�ssemos ali por horas, nos esquecemos de todo o resto, quando ela foi se distanciando � que passei a tornar a ouvir as risadas e conversas do pessoal, como se algo tivesse me trazido para realidade, ent�o peguei outra cerveja e me juntei ao grupo.

Obs.: Gente o conto � longo, ent�o vou dividir por partes para n�o ficar cansativo, na medida que eu tiver um pouco mais de tempo vou postando o restante.

Para sugest�es ou mesmo uma conversa descompromissada, contate-me pelo e-mail: [email protected]

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