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COMI MINHA IRM� E MAM�E NOS PEGOU

Ol� a todos. Pode at� parecer fantasia mas aconteceu de verdade e como n�o sou muito bom em escrever essas hist�rias vou escrever parecido como uma que eu vi nesse site.

Sou um cara de 21 anos, 1,81m com 82kg de puro musculo. Academia � o que me d� essa ajuda - requisite (apenas mulheres) a foto.



Estava eu em casa certo dia me arrumando para sair com a galera e foi quando fui abordado por minha irm� de 19 anos, (1,65m com um corpo de menina de 18) dizendo que tinha algo muito importante para me dizer. Achei at� meio estranho at� porque eu sou o unico homem em casa depois que meu pai morreu e tenho uma irm� de 19 anos (1,70m malhadinha) que est� sempre com ela.

e o dialogo come�ou mais ou menos assim:



-e ae irm�, o que houve?

-olha, n�o queria falar nada mas eu n�o pude me conter...

-nossa, que est� acontecendo?

-� que eu fiz uma coisa ontem e queria que voc� me explicasse se � normal.

-a m�e n�o pode te ajudar?

-ela est� no banho agora e... eu n�o queria conversar com ela antes de falar com voc�.

-t� beleza ent�o diz ai e eu tento n�...



nessa hora ela estava de p� na minha frente com um blus�o dos MightDucks que eu dei pra ela enquanto eu estava sentado em sua cama. Ela se sentou ao meu lado cruzando as suas perninhas torneadas. N�o e nunca tive maldade com ela, pra mim isso era normal mas, ela estava sem calsinha e sua vagina sem pelos nenhum me fez n�o conseguir olhar para seu rosto. Tentei disfar�ar mas n�o consegui e coloquei o antebra�o sobre suas pernas e a m�o entre elas, estava com o rosto deitado em seu ombro e como que eu estava afim de conseguir apenas me "descuidar" e chupar aquela menina.



-ent�o.. ahmm diz o que �.

-tipo eu estava ontem aqui no meu quarto quando a m�e me chamou pra ajudar na cozinha... ela disse coisas que me deixaram sentindo estranha, n�o sabia o que fazer.



come�ei a imaginar coisas que me faziam duvidar da minha sanidade mental mas, eu j� estava em ponto de bala s� em ver a vagina de minha irm� imagine se soubesse que... vou continuar a hist�ria sen�o perde a gra�a.



-e o que a m�e disse?

-ela disse que ia te dar um remedio pra dormir e que iamos nos duas brincar com voc�.

-como que �?!

-sim sim e que voc� iria gostar mas n�o iria saber. Ela pediu para que eu n�o falasse nada, mas eu cuido do meu irm�o e n�o quero que nada aconte�a com ele.



t� ai... minha m�e, uma filha da puta que queria dopar o filho (eu) pra poder tirar o atrazo. Juro mesmo, pensei que estava ficando maluco sentindo tes�o pela minha irm�, agora a minha m�e queria trepar comigo dormindo. Existe um nome pra isso?

Desencostei da minha irm� passando a m�o por sua vagina levemente, nada que n�o parecesse por um descuido mas, mal deu para sentir sua fenda.



-ent�o irm�o tive que te contar antes que alguma coisa acontecesse com voc�.

-nossa, que preocupa��o. Mas n�o esquenta maninha, eu s� quero o seu bem e voc� sabe que unidos somos um s�.



Pr� que que eu falei isso. Ela, chorosa como tal, veio e me deu um abra�o forte. Mas n�o � tudo... ela ficou praticamente de quarto para me dar esse abra�o e ela veio num pulo que quando me agarrou eu olhei pelas costas dela e vi seu bumbum arrebitadinho. Nossa... eu estava de samba-can��o e eu fiquei t�o excitado que o meu penis saiu e quando ela me soltou era tarde de mais.



-Irm�o?! o que houve ai?! (ela falou com um sorriso nos l�bios e uma cara de espanto)

-irm�... desulpa mas n�o pude me conter.

-n�o pode se conter?

-sim... o que eu posso fazer se voc� me conta uma hist�ria dessas e fica sem calsinha na minha frente assim?!

-que isso garoto!

-� s�rio... n�o sei como que essas coisas est�o passando pela minha cabe�a. Desculpe

-N�o tem porque se desculpar fica tranquilo ok? Isso eu vou guardar s� pra mim.

(cheguei bem pertinho dela)

-s� pra voc�?

-aham! s�... pra... mim...



Nossa... eu deu um beijo nela nesse instante e como ela beija... quatorze aninhos... quem iria imaginar.



-apaixonei irm�.

-�? eu tamb�m... mas n�o podemos continuar com isso... ou podemos?

-na verdade n�o (voc�s tinham que ver a carinha dela quando falei isso) mas fazemos escondidos. quer?!

-quero!



Um minuto depois minha m�e chegou no quarto. Minha irm� estava sorrindo e eu sorria muito tamb�m.



-crian�as, a m�e vai na casa da v�. volto umas 22:00hr ok?

-Tah m�e!

-Pode deixar que eu n�o vou sair mais. Vou ficar aqui com ela ok m�e?

-Tudo bem. a sua outra irm� vai ficar com na casa da amiga do col�gio hoje. Qualquer coisa liguem! tchau tchau



Quando a porta bateu... eu tirei logo a minha samba-can��o. Minha irm� ficou est�tica e eu ali de pau duro.



-Manina, vem c� pertinho de mim, vem...

-ai ai, o que eu fa�o? eu nunca fiz isso poxaaa!!!

-Deixa que eu vou mais perto.



coloquei a m�o por debaixo da camisa e fiquei apalpando seus peitinhos.



-Isso � o primeiro passo. fazer um carinho.

-fazer um carinho...hmmmmm... entendi



Ela fez uma coisa inesperada para uma inesperiente. me empurrou e falou



-ent�o um carinho... tipo assim?



ela segurou o meu caralho com for�a e falou novamente



-agora � pra cima e pra baixo n�?

-sim.

-posso por a boca tamb�m?

-pode, e deve...



ela ficou ali... me masturbando... colocava a boca de vez em quando, dava umas lambidinhas como se quisesse sentir o gosto ou estivesse esperando sair... sei l�, tipo espectativa...



-e ae? o que voc� est� achando? to indo r�pido de mais?

-eu acho que voc� merece um carinho... posso fazer uma coisa em voc�?

-pode! irm�o quero ser s� sua e n�o quero voc� mais com ningu�m.

-maninha... espere e ver�... tira essa camisa ae vai...



ela se levantou e tirou a camisa propositalmente esfregando nos seus seios de um tamanho m�io (grande para a idade dela), com o mamilo rosado... uma delicia de menina.



-deita aqui amor...

-amor?

-sim, meu amorzinho, minha linda, minha s� minha...

-aiiii te amo tanto irm�o como que eu te amo...



ela deitou na cama meio inibida, pernas juntas e dobradas, eu por minha vez estava fazendo um trabalho recompensador.



-� assim �... eu abro suas perninhas, fa�o um carinho com a ponta dos dedos, bem devagar...

-sim... sim... to arrepiada �...

-estou vendo outra coisa tamb�m.

-�? o que?



Eu coloquei o meu dedo indicador dentro da vagina dela...

ela deu um gemidinho que me fez abocanhar aquela boceta com tudo. Fiquei chupando ela muito tempo, colocando e tirando a minha lingua... ela estava gemendo tanto e senti o gozo dela em minha boca. Quando o fato ocorreu, acho que foi tanto orgasmo que ela sentiu, que a fez dobrar pra frente.



-Aii irm�o... ai ai ai... espera...

-que foi?

-eu to morrendo aqui

-�, �? agora que � a hora...

-�?

-sim...



Me ergui e come�ei a beijar a sua boca afim de que ela se recuperasse. De repente pensei besteira mas, nada que dois minutos beijando sua boca me fizessem ficar menos excitado ou com menos tes�o...



-irm�... agora eu estava pensando...

-diga amor...

-vamos pro banheiro?

-pro banheiro?

-vamos aproveitar a banheira para fazer uma outra coisa.

-voc� vai colocar seu piru aqui? (ela apontou para sua vagina)

-essa � a intens�o.

-mas e se doer?

-doeu quando eu te chupei?

-n�o.

-doeu quando eu te dedei?

-n�o mas, senti uma coisa...

-isso � bom

-ai ai... tem certeza?

-eu alguma vez falei alguma coisa pra voc� que te machucasse?

-vamos pro banheiro!



ela foi na frente me puxando pelo bra�o e eu vendo aquela bundinha maravilhosa na minha frente. entramos no quatro de minha m�e e fomos direto para o banheiro da suite.

Imaginem uma jacuzzi branca de com hidromassagem e com capacidade pra 4 pessoas?

Isso tem no quarto da coroa e eu ia conseguir usar, pela primeira vez, e com uma pessoa que eu amava mais que a minha propria vida.

Ligamos a banheira e esperamos encher. Minha irm� n�o aguentou e ficou me chupando quando gozei dentro de sua boca. Mas ela na parava de chupar... chupava, chupava e chupava... e o meu pai n�o amolecia parecia que tinha tomado um comprimido de viagra.

A banheira enchei e nos dois fomos para dentro daquela �gua quente, aprecia at� um aditivo para minha irm�. Ela ficou se dedando tanto que seus olhos estavam virando. Eu estava chupando seus peitinhos que cabiam em minha boca quando ela disse.



-amor. Me come com carinho.

-bem devagar...



eu s� coloquei a cabe�a do meu caralho e ela pediu pra ir mais devagar. Fui empurrando at� o meu cacete penetrar todo quando senti arrebentar seu grelingo, ela deu um gemido que parecia que tinha gozado de novo. Ela me apertava forte e dizia



-ai...vai...ai...devagar...coloca...hmmm...isso, isso... eu te amo...



Eu estava sem camisinha e a sua boceta j� estava enxarcada. Ela ficou gemendo alto e eu acelerava a penetra��o. Trepamos ali umas duas vezes e quando vimos o relogio eram 21:30.

Saimos da jacuzzi e vimos na porta nossa m�e, de blusa aberta sem nada por de baixo impedindo que ultrapassassemos...



Mas isso � uma outra hist�ria...

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