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LAVANDO O CARRO

Essa hist�ria aconteceu em um s�bado quente. Meus pais estavam prontos para irem ao supermercado e na volta passariam na casa de uns amigos. Antes de sair, meu pai pediu para que eu aproveitasse o dia e lavasse o carro que iria ficar (n�s temos dois carros).Concordei desde que meu irm�ozinho fosse junto com eles, assim n�o teria ningu�m para me incomodar. Meu pai aceitou e disse que iriam demorar. Ao sairem comecei a pegar o que eu precisaria quando a minha amiga (Catarina) chegou de surpresa. Pedi que se sentasse e expliquei que estava prestes a lavar o carro. Ent�o pedi um minuto a ela e fui me trocar. Quando voltei estava com um micro short e um tope t�o pequeno que nem se podia considerar como roupa. Pude ver no semblante de Catarina que ela havia ficado disnumbrada com o meu corpo. Tentei disfar�ar, pois nunca havia tido nenhuma experi�ncia com mulheres antes, ent�o enquanto lavava o carro conversava sobre outros assuntos. Como ela estava sentada no degrau da porta, ela ficava com uma vis�o panoramica da minha bunda, que dal� a poucos instantes estaria na boca dela. Toda a vez que eu precisava me abaixar eu sentia aqueles olhos gulosos me perseguindo. As vezes, enquato eu abria e manuseava a mangueira, alguns pingos de agu� com terra a atingiam, ent�o eu pedia desculpas e dizia que depois que eu terminasse ela poderia se lavar. Ent�o quando eu terminei de lavor o carro, convidei para que ela entrasse no banheiro e se sentasse para conversarmos enquanto eu tomava um banho e depois ela tomaria um banho. Quando tirei minha roupa vi os olhos dela insinuantes brilharem e minha boca enchei de �gua, mais tive medo e vergonha e fingi que nada estava acontecendo. Entri rapidamente no box, quando percebi ela entrando tambem. Me assustei um pouco mais logo em seguida estava toda molhadinha em ver aqueles peitos apetitosos na minha frente. Ela pediu parra que eu virasse de costas para me ensaboar. Sentia as maos dela nas minhas costas e a minha bucetinha ficava cada vez mais lubrificada, ent�o abri as pernas. Ela deixou a �gua escorrer aonde estava o sab�o e come�ou a beijar as minhas costas e a minha nunca. Comecei a gemer s� de imaginar o que viria depois. Ent�o virei e ela me beijou como se ouvesse esperado anos por aquele momento. Ent�o aquela boquinha safada foi deslisando pelo meu pesco�o a procura dos meis peitos, que quando achados, foram chupados com voracidade. Ela lambia eles e dava pequenas e delicadas mordidinhas nos bicos, o que me deixava com cada vez mais tes�o. Ent�o ela foi escorregando aqueles l�bios engenhosos pela minha barriga e a minha sensa��o era de cada vez mais prazer. A essa altura eu j� estava implorando para que ela enfiasse aquela l�ngua gostosa todinha na ninha xoxota, mais ela ainda me castigou por alguns minutos, passando a lamber minhas pernas e minhas coxas, as quais ela disse ter ficado muito sensuais no shortinho. Ent�o ap�s alguns minitos de expectativa ela pedui para que eu desligasse o chuveiro, virasse novamente de costas e ficasse de quatro. Prontamente atendi e pude sentir aque l�ngua maravilhosa percorrendo todo o meu c�. Ela o lambia com vorcidade, e quanto mais ela lambia, mais eu queria que ela lambesse.Ao mesmo tempo ela acariciava minha xaninha com aquelas m�os macias o que fazia com que eu gemesse cada vez mais de tanto prazer. Seus dedos tocavam o meu grelinho e o acariciava numa forma indescritivel de prazer. Ela continuava lambendo o meu c� quando enfiou o 1ª dedo bem no fundo da minha buceta. Eu gemia e implorava para n�o parar. Ent�o ela enfiou outro e eu rebolava sobre aquela m�o safada. Quando ela enfiou o terceiro gozei pela primeira vez. Ap�s alguns minutos ela pediu que eu virasse de frente. Ent�o me beijou novamente e dislisou at� a minha xaninha. Come�ou a lamber de uma forma que menhum homem jamais havia lambido. Aquela l�ngua passava por cada cantinho do grandes e dos pequequenos l�bios da minha buceta, e eu gemia cada vez mais alta. A l�ngua dela subia e decia e era delicioso. Ela fazia movientos de sobe e desce, movimentos circulares, horas r�pidos e horas devagarinho e parecia que ela n�o queria mais parar, o que eu estava adorando. Minha xoxota estava coberta com a saliva daquela boca gulosa, quando ela pediu que eu a chamasse de vadia, e foi o que eu fiz e que que ela �... uma deliciosa vadia chupadora de buceta da melhor qualidade. Aquela putinha estava me levando a loucura. Quanto eu mais a chingava mais ela me lambia como forma de agradecimento. Pude ver novamente os olhos dela brilharem quando a chamei de cadela lambedoura, e ela me retribuiu com uma leve puxadinha com os dentes no meu grelinho o que me deixou mais ainda lubrificada. De repente ela parou e se levantou para apanhar alguma coisa. Fiquei na expectativa em ver o que era, quando me surpreendi: ela arrandou o Chuveirinho (aquela mangueirinha que � acoplada no chuveiro) e a doboru em duas. Voltou a me chupar e da� enfiou aquela mangueirinha dobrada no meu cuzinho. Minha bucetinha estava toda lambidinha quando senti que novamente iria gozar. Era exatamente o que aquela biscatinha queria de mim: que eu gozasse gostoso na boca dela. Ent�o gozeu com tanta vontade que jamais pude me esquecer. Logo ap�s terminamos o banho e fomos para o meu quarto. Para se vestir... bem, n�o exatamente...para mais sexo, o que vou ontinuar contando em outra oportunidade.

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