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ELA AGUENTOU TUDO POR AMOR

Meu nome � Jo�o Henrique tenho 20 anos, 1,79 de altura, moreno claro, e tudo aconteceu h� um ano atr�s, antes tenho que falar que tinha uma certa vergonha de meu p�nis, pois aos 19 anos alguns colegas da escola viram o meu p�nis no banheiro e come�aram a fazer a maior goza��o, pois na �poca n�o tinha nenhuma no��o do tamanho normal de um p�nis, s� sei que come�aram a me chamar de jeguinho, Jo�o Trip� e outros apelidos. Sou evang�lico e nunca tinha tido ensinamentos do meu pai a respeito do assunto, s� sei que a medida do meu p�nis � de 25 cm de comprimento por 6cm de grossura e isso n�o � motivo para comemora��o, pois aos 19 anos conheci uma menina e fiquei super a fim dela e num dia que est�vamos no maior amasso ela pela curiosidade dos meus apelidos, acabou querendo ver o meu p�nis e assustou-se com o tamanho e acabou o namorico na hora, n�o me dando chance nem de tentar nada. Tudo mudou quando estava num culto em minha igreja e vi pela primeira vez a Vanessa, ela � muito linda, 1,70 de altura, 19 anos, cabelos castanho bem claro, pele branca e olhos verdes, a coisa mais linda do mundo, foi paix�o a primeira vista, e o principal � que ela tem uma bunda simplesmente espetacular, bem arrebitada e com um corpo maravilhoso. Eu comecei a conversar com ela sobre assunto da igreja, e ela na maior boa vontade foi dando ouvidos... at� que convidei-a para tomar um sorvete quase ao lado e ela aceitou, pois os seus pais iriam ficar conversando com o pastor mais algum tempo. Ap�s esse primeiro contato tivemos mais alguns at� que eu percebi que ela tava caidinha por mim e o primeiro beijo foi inevit�vel... foi o primeiro beijo dela. A partir da� come�amos a namorar e cada dia que passava fic�vamos mais apaixonados um pelo outro, at� que uns 06 meses depois parecia que estava faltando alguma coisa para completar o nosso amor, fal�vamos bastante em casamento, pois tenho emprego est�vel e um bom sal�rio, e faz�amos mil e um planos e ela na hora que fic�vamos numa intimidade maior falava que queria casar virgem e coisa e tal, mais dava para perceber que quando eu abra�ava ela bem forte ela ficava toda molinha em meus bra�os e eu tinha medo de ir adiante e ela assustar com o tamanho do meu p�nis e desistir do namoro. Tudo come�ou quando est�vamos em sua casa, pois na frente da casa tem um pequeno jardim com algumas �rvores altas e como o muro era bem alto fic�vamos namorando l� sem ningu�m incomodar, pois os pais dela confiava muito em mim e na filha, mas naquele dia o meu tes�o tava a mil por hora e ela tava com um vestidinho um pouco mais curto que o normal e de um tecido bem fininho... ela ficou de p� em cima de uma muretinha bem baixinha que circulava a �rvore e na hora que come�amos a beijar meu pau ficou super duro e como eu tava com uma cal�a social tamb�m com um tecido super fino, meu pau praticamente colou em sua bucetinha, fiquei beijando e esfregando bem devagar, para cima e para baixo e ela come�ou a gemer e dizer para parar e eu n�o conseguia me descolar dela de jeito nenhum, at� que chegou uma hora que percebi que ela tava tremendo o corpo e virou-se de uma vez ficando de costas para mim, dizendo que eu tava indo longe demais. Na hora eu abracei ela por tr�s e disse que n�o, que eu a amava mais que tudo na vida e jamais faria mal a ela mas que ela tinha que entender que essas emo��es eram muito dif�ceis de segurar. Ela ficou quietinha com o bumbum bem empinado e eu colado naquela carne e novamente comecei a fazer um movimento de sobe e desce bem devagarinho para n�o assust�-la e ela novamente foi se soltando em meus bra�os e percebi que come�ou um leve rebolado em meu pau, chegou um momento que eu n�o aguentei mais e fui beijando e dando mordidinhas em seu pesco�o, e comecei a apalpar sua barriguinha por cima de vestido e fui puxando ela mais ainda para o meu pau. Ela come�ou a gemer bem forte e eu cada vez mais ia esfregando descaradamente em sua bunda, e numa insanidade sem tamanho acabei tirando o pau para fora da cal�a e passei a esfregar em suas n�degas por cima do vestido e depois de algum tempo peguei o pau e abaixei um pouquinho e fui subindo o vestido com a cabe�a esfregando em suas coxas at� chegar na polpa do bumbum e sentir a sua cal�inha. Comecei a passar o pau bem de levinho entre as suas n�degas e ia for�ando cada vez com mais for�a, como se quisesse entrar em seu �nus mesmo com a cal�inha impedindo, eu percebi que ela arrebitou mais ainda o bumbum e acabou abrindo um pouco as pernas e nisso passei a esfregar o pau tamb�m em sua bucetinha por cima da cal�inha e ela acabou gemendo mais alto ainda, at� que n�o aguentado fui for�ando o pau como se fosse entrar em sua bucetinha esticando ao m�ximo o tecido da cal�inha e ela disse que tava doendo e que era para parar, mas j� era tarde, pois comecei a gozar muito e lambuzei toda a sua cal�inha, bunda e coxas e depois que acabei de gozar ela saiu correndo para dentro de casa para limpar tudo. Depois disso ela ficou meio brava comigo, mas alguns dias depois n�o aguentamos e repetimos a dose at� que num dia est�vamos com tanto tes�o que ela acabou deixando eu abaixar a cal�inha e esfregar o pau direto no seu bumbum, mas sem esfregar na bucetinha, pois ela tinha medo de engravidar, e eu fui esfregando, esfregando... e ela foi ficando cada vez mais arrepiada e empinando o bumbum de encontro ao meu pau, que ali�s at� aquele momento ela nunca tinha visto e nem pegado, s� tinha sentido nas esfrega��es... eu me afastei um pouquinho e passei bastante cuspe no pau para ficar mais gostoso e fui esfregando e for�ando a entradinha e ela sem no��o do tamanho que tinha o meu pau e por estar com bastante tes�o foi relaxando e tentando agasalhar ele l� dentro at� que ajudado pelo cuspe forcei bastante e acabou entrando a cabe�a e ela deu um grito e ficou na ponta dos p�s tirando de dentro e eu pacientemente fiquei com a cabe�a bem encostada na entradinha do seu cuzinho for�ando para cima e ela come�ou a cansar as pernas e come�ou a descer sua bunda de encontro ao meu pau e come�ou a entrar... mas ainda por duas vezes ela voltou a ficar nas pontas dos p�s tirando de dentro mas teve uma hora que ela n�o aguentou e colocou os calcanhares no ch�o deixando finalmente entrar novamente a cabe�a do meu pau dentro de seu cuzinho... ela na hora come�ou chorar e tentou tirar de dentro, mas peguei ela pela cintura e n�o deixei, ficando com a cabe�a do pau intalada no seu cuzinho, ela pedia pelo amor de Deus para tirar e eu no tes�o que estava pedia para ela relaxar um pouquinho que a dor ia passar logo, e fui passando bastante cuspe e ia colocando e tirando a cabe�a e ela mesmo chorando ia deixando... e nesse entra e sai ela foi acostumando e eu acabei colocando cada vez mais um pouquinho at� que quando eu percebi j� tava com quase a metade do pau dentro daquele cuzinho e ela as vezes chorava e as vezes ficava quietinha como se quisesse agasalhar mais um pouquinho e eu aproveitava e colocava mais, at� que chegou um momento que eu tirava at� a cabe�a e colocava quase tudo e como se fosse m�gica o seu cuzinho foi la�eando e ela foi ficando arrepiada e come�ou a rebolar e jogar a bunda na dire��o do meu pau e ai perdi o ju�zo de vez e coloquei todinho dentro, sentido os meus pelos encostarem em suas n�degas e ela come�ou a arfar e jogar-se para tr�s e meio que chorando ela foi gozando e rebolando, na hora que senti aquele cuzinho mordendo o meu pau n�o aguentei e gozei muito dentro daquele rabo... gozei tanto que na hora que eu tirei chegou at� espirrar porra para fora. Passado alguns dias e aproveitando que est�vamos a s�s no jardim e n�o tinha ningu�m em casa, ela me confidenciou que seu cuzinho tinha ficado meio aberto por algumas horas depois da transa e ficou por uns tr�s dias sem poder sentar direito mas que ela n�o se arrependia de nada e que apesar da dor tinha sido muito gostoso e falou meio rindo que por estar sarando ele tava dando uma coceirinha insuport�vel e que as vezes ela tinha vontade de enfiar alguma coisa l� dentro de tanto que co�ava... aproveitei a sua confiss�o e acabei mostrando o meu pau para ela e ela na hora n�o acreditou que tinha aguentado tudo aquilo no cuzinho e ficou pegando nele com devo��o e eu aproveitei e ensinei ela a punhetar, e ela ficou t�o empolgada que quase machucou o meu pau e eu na hora disse que para sarar ela tinha que dar um beijinho, ela disse n�o, mas fui insistindo e disse que era bem limpinho e com o beijinho sarava mais r�pido e ela dando uma risadinha bem sexy, foi aproximando a boca e deu um beijo bem r�pido na lateral do pau e eu insisti pedindo um beijo mais apaixonado e ela foi e deu um beijo mais demorado e foi colocando a l�ngua para fora e foi beijando e ap�s v�rios beijos bem demorado come�ou a passar a lingua por toda a extens�o e sem que eu esperasse ela beijou a cabe�a e foi colocando dentro da boca... na hora eu quase gozei de tes�o, pois sentir aquela linguinha passando pela cabe�a tava muito gostoso e depois de alguns minutos eu tava quase gozando e pedi para ela parar, pois se n�o iria encher a sua boquinha de leite... ela parou e me abra�ou bem forte e eu aproveitando a sua fragilidade beijei o seu pesco�o e fui descendo com a boca at� chegar em seus seios no que coloquei para fora do vestido... nossa como s�o lindos, s�o seios m�dio para grande com os bicos rosadinhos e bem empinadinhos, chupei muito os seus seios e ela quase gozando foi ficando na posi��o que mais gost�vamos, ela com as m�os apoiadas na �rvore e eu atr�s esfregando meu pau naquela bunda linda... como est�vamos com muito tes�o acabei fazendo uma loucura, tirei o seu vestido e deixei ela peladinha toda entregue aos meus desejos e ai fiz igual da vez anterior, passei bastante cuspe no pau e fui esfregando e colocando a cabe�a dentro daquele rabo, dessa vez entrou mais f�cil e fui colocando devagarinho mas s� parei quando consegui colocar tudo... fui bombando bem gostoso e ap�s alguns minutos eu percebi que ela come�ou a gemer e jogar a bunda de encontro ao meu pau e acabei aproveitando a sua entrega e tirei o pau do seu cuzinho e esfreguei na entradinha da sua bucetinha e ela gemeu bem alto... e a partir da� comecei a colocar o pau todinho no cuzinho e tirar e esfregar em sua bucetinha, fiquei fazendo isso por v�rias vezes at� que numa dessas esfregadas, ela n�o aguentando o tes�o come�ou a for�ar para tr�s tentando engolir o meu pau com a sua bucetinha... ela ia for�ando tentando se espetar... mas como meu pau � bem grosso tive que segurar em sua cintura e eu mesmo for�ar para dentro... sua xaninha foi se abrindo e engolindo meu pau aos poucos, senti um estalo quando a cabe�a dilacerou o seu h�men, ela deu um grito e come�ou a chorar e eu fui colocando bem devagarinho at� encostar o saco nos pelos de sua bucetinha... fiquei parado para ela se acostumar com o tamanho e a grossura... ap�s uns dois minutos comecei a por e tirar e ela come�ou a dar uns gemidos hora de dor, hora de prazer, mas na hora que tava ficando gostoso a consci�ncia dela falou mais alto e mesmo sentido prazer o medo de engravidar fez com que ela tirasse o pau de dentro... eu pedi que deixasse, pois sentaria na cadeira que tava do nosso lado e ela ficaria por cima e na hora que eu fosse gozar avisaria e ela levantava de cima... ela meio a contra gosto acabou aceitando e eu sentei na cadeira e ela veio de costas e sentou no meu pau deixando entrar todinho dentro dela, chegando a for�ar o seu �tero... ela mesmo sentido um pouco de dor foi subindo e descendo at� que eu senti que a sua bucetinha ficou bem molhadinha e come�ou escorregar mais gostoso... ela come�ou a falar que tava muito gostoso, que ia morrer de tanto que tava bom... e foi subindo e descendo e depois de uns 05 minutos eu n�o aguentando mais falei em seu ouvido que ia gozar e ela disse n�o pelo amor de Deus, mas mesmo assim continuou subindo e descendo cada vez mais r�pido e eu disse para ela sair r�pido de cima que a porra j� tava vindo e ela sentou em meu colo at� entrar tudo e come�ou a tremer todo o corpo num gozo alucinante e eu n�o aguentando mais acabei gozando bem l� no fundo de sua bucetinha, foi um gozo forte, abundante, soltei jatos e jatos de porra dentro dela... ela ficou meio que desmaiada em meu colo com o pau todo enterrado dentro dela. Quando ela se recuperou levantou-se e passou a m�o em sua buceta e sentiu o estrago e o tanto de porra misturada com sangue que tava saindo, o estranho que ela foi pegando a porra e espalhando pelos pelinhos da bucetinha e mesmo depois que ela parou de pegar com a m�o, a porra continuou saindo de dentro de sua buceta e escorrendo pelas suas pernas... Ela ficou com medo de engravidar, mas gra�as a Deus nada aconteceu... Hoje estamos de casamento marcado e n�o posso arriscar, pois al�m de amar muito ela, foi ela a �nica que aguentou o meu pau no cuzinho e na bucetinha e acho dif�cil encontrar uma outra que aguente.

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