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ELA CHEGOU DO TRABALHO ARROMBADA E EU CUIDEI- 2

Ol�.

Enquanto eu passava gelo na sua bucetinha( ex bucetinha, agora era um bucet�o) ela comes�ou me relatar como tinha acontecido:

"Amor, n�o quero que se zangue por n�o ter te contado no dia que acontaceu, mas n�o me sent� bem em te falar, fiquei com medo, com culpa e sabia que te falando eu poderia at� perder o entusiasmo.

Na ultima semana, cada noite que transamos e falamos o nome do ladir, eu levei a minha tez�o pra escola e por duas vezes ele me surpreendeu olhando pra ele. � que eu me entert� pensando nas coisas que t�nhamos fantasiado e nem presteava aten��o nas minhas atitudes.

Nesta segunda feira, quando eu cheguei na escola, ele estava no port�o me esperando. � claro que ele n�o me disse que estava me esperando, mas eu perceb� porque s� cheguei, ele me deu um sorriso e disse que sentira saudades de mim. Me perguntou como foi o meu fim de semana e antes que eu respondesse, ele disse que deveria ter sido bom, pois eu tinha voltado com um seblante melhor do que o da sexta anterior e que eu estava muito bonita. Notou e comentou at� das cores das minhas unhas.

Eu confesso que fiquei impressionada, mas fiz que n�o havia entendido e o acompanhei port�o a dentro.

Ao nos separarmos para irmos, cada um pra sua sala, ele me abra�ou o pesco�o com uma for�a de macho e me deu um beijo forte no rosto de um geito que a minha buceta molhou na hora. E a�nda disse que depois queria falar comigo.

Fui pra sala imaginando o que ele poderia querer falar comigo e n�o consegui dar aula direito, pois passava pela minha cabe�a maliciosa, todas as nossas fantasias com ele.

No recreio, enquanto eu me dirigia para a secret�ria para me juntar com as colegas ele saiu de uma sala vasia, a�nda em constru��o, mas j� toda feixada, faltando s� os acabamentos, me pegou no ante-bra�o e me levou de volta com ele, como de uma tocaia.

Quando eu perguntei o que ele queria falar comigo, ele s� disse que n�o aguentava mais e me agarrou com a f�ria de um adolecente e me beijou. Eu resieti um pouco, tal ves por causa do susto, mas logo enfiei a minha l�ngua dentro daquela boca quente e ele a chupou com for�a, depois colocou a l�ngua dele dentro da minha boca e foi a minha ves de chupar, logo ele mudou denovo e come�ou a chupar a minha l�ngua, com mais for�a que da premeira ves. Eu estava quase gozando e ele me segurava as costas com uma m�o e a outra massageava meos seios. Depois colocou a m�o por de baixo da minha saia, arredou a minha calcinha e passava os dedos na minha vagina, que j� estava ensopada de tanto tez�o. Eu, por minha vez, coloquei a m�o por dentro das cal�as de abrigo dele e peguei aquele mastro. Que coisa gostosa, dura, abaixei-lhe um pouco as cal�as e pude ver aquele obra de arte. Muito grande e bonita. Ele for�ou a minha cabe�a contra o pau dele para que eu chupasse, mas fiquei com medo de sermos pegos e fug� da sala. Ele ficou, pois com aquele abrigo e de pau duro ele n�o podia ser visto sem mostrar a ere��o.

Na sa�da ele me esperou novamente, me ofereceu carona em seu carro, mas eu n�o aceitei. Uma coisa � sexo e fantasias, outra � se expor. Mesmo assim me perguntou se eu n�o queria visitar seu apartamento para tomarmos uma bebida e conversarmos a vontade. Eu falei que qualquer dia poderia ser, mas naquele momento eu tinha outros compromissos. Eu tava louca pra ir, mas tava insegura.

Hoje (sexta feira) ele me abordou novamente na chegada. Me disse que de hoje n�o podia passar porque ele havia preparado todo o apartanento pra me receber. Fikei o dia todo pensando se deveria ir ou n�o e no final do expediente ele me esperou perto do abrigo do onibus, quando eu passei ele disse que se eu n�o entrasse , ele me arrastaria para dentro do carro e eu, que s� esperava um �libe, entrei no carro e pedi para ele disfar�ar porque muitas crian�as da nossa escola passavam pela mesma estrada naquele momento.

Mais a frente, ele muito tarado passou a m�o na minha perna, mas eu tirei a m�o dele, porque n�o me senti bem e ele s� falava de como me acha bonita e da atra��o f�sica que senti por mim.

Chegamos na garagem do apartamento dele e, como estava deserta, ele tentou me agarrar, mas eu fug� dele novamente.

Chegando dentro do apartamento, o Ladir estava com um semblante diferente, ofegante, me agarrou al� na porta mesmo e come�ou a se esfregar em mim por cima das nossas roupas, levantou a minha sa�a enquanto eu relutava, pois eu pensei em algo mais calmo, mais romantico, mas n�o adiantou,eu estava diante de um animal que tirou a minha calcinha do jeito que deu, tirou o pau pra fora e , me deitando no tapete, meteu em mim de uma s� vez, aquele penis enorme e lindo, com aquele cabe�a rosada e sem no��o que me for�ou um pouco pra adentrar a minha bucetinha e quando ela abriu ele entrou devereda me rasgando toda. Do�a, erdia, eu queria gritar, mas sabia que n�o podia, ele tentava me beijar, mas eu n�o podia parar de mecher a minha cabe�a enquanto gemia de dor e de taz�o e ele me socava naquele ch�o duro que chegava a ama�ar minha bunda. Logo ele gazou como um animal e eu tambem gozei.

Ele se recompos, nos levantamos e ele me pediu desculpas. Tomei um banho e limpei a minha bucetinha que estava cheia de porra e sangua, inclusiva, tive que jogar minha calcinha no lixo pois, estava como a minha xana, porra e sangue e fiquei s� de saia, sem calcinha. Ladir era outro homem, mas eu gostei de tudo que ele fez e como fez.

Ele preparou uma caipirinha de maracuj�, serviu e n�s tomamos uma, depois outra e na metade da terceira caipirinha le se aproximou e me beijou. Me chupou o pesco�o, chupou meus seios e como eu estava sem calcinha, ficou bem f�cil pra ele come�ar me chupar a xaninha , me lambia, enfiava a lingua como podia e depois trouxe aquele monumento de caralho at� a minha boca e dizia--chupa cadela...chupa que eu sei que tu gosta, mama at� sa�r o sukinho do desejo que sinto por ti. Eu obedeci cheirinho. Chupei bastante aquele pau~z�o at� que o Ladir me mandou abrir bem as pernas que agora ele ia fazer como homem civilizadi. Abri e ele veio se deitando em cima de mim e bem devagarinho foi mechendo, passando a cabe�ona do pau pra um lado e pra outro at� que a minha bucetinha foi ficando cada vez mais molhada, por ela mesma, pela minha tez�o e pelo l�quido que saia da ponta do pau daquele homem gostoso e foi metendo , metendo e quando eu me dei conta, j� estava tudo la dentro.

Quando ele encostou os pentelhos dele nos meus, ele deu uma carcada e eu gozei amor. Depois ele come�ou a bombear de forma que os cocos dele batiam na minha bunda e ficou mais de 20 minutos. Eu gozei mais duas vezes e ele finalmente gozou. Foi muito gostoso amor mas aqueles 20 minutos foram o que causaram esses machucados. O Ladir me socou como quiz.

Depois eu tomei outro banho , ele me trouxe at� no outro quarteir�o e eu to aqu�.

Quando eu estava abrindo a porta do carro pra sa�r, ele disse,"qundo vou te comer denovo cachorra"? Eu n�o respondi. s� olhei pra ele e dei um sirriso maroto."



Enquanto a minha putinha me relatava tudo isso eu me masturbava e a chupava a mamiquinha e ela gamia, mas como n�o podia transar, me deu uma mamada gostosa e eu gozei em cima da bucetinha inchada da minha mulherzinha safada.

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