Oi gente! estou de volta para mais contar-lhes mais uma trepada maravilhosa.rnNa semana passada, segunda feira, eu estava bisbilhotando um site de relacionamentos gay e recebi uma mensagem de um cara do Paran� dizendo que passaria alguns dias no Guaruj� e que estava super afim de encontrar alguem maduro para trepadas sem compromisso. Na hora eu respondi e o encontrei on line, ent�o tudo ficou mais f�cil e trocamos telefones, ele prometeu me ligar na quarta feira quando j� estivesse na praia.rnNa quarta feira quando voltava do trabalho eu s� pensava nele, mesmo sem conhece-lo e assim que entrei em casa o celular tocou e quando vi que era um n�mero do Paran� fiquei morrendo de tes�o. Atendi o telefone e depois das apresenta��es marcamos um encontro no cal�ad�o de pintangueiras na pr�xima meia hora. Sai correndo de casa e quando o vi n�o acreditava. Era um macho lindo de quase dois metros de altura, cabelos grisalhos, uma barriguinha comp�tivel com a de um macho de sua idade (47 anos) e vestido com uma roupa legal para o local. Ao me aproximar, logo me apresentei e ele abriu um sorriso lindo de quem havia gostado do futuro caso. Ao aperta sua m�o j� pude ter uma id�ia de sua pegada e ap�s falarmos coisas sem muita import�ncia ele me disse que curtia ser ativo e caso n�o rolasse penetra��o ele n�o se importaria, pois sabia que tinha uma pica grossa e n�o queria me machucar. Naquele final de tarde, ambos n�o podiamos nos ausentar, pois embora eu more sozinho tinha parentes em casa, mas o convenci a um breve passeio de carro para que ele me mostrasse a sua pica. Assim que sa�mos com o carro safado pegou a minha m�o e colocou sobre o seu cacete ainda dentro da cal�a, mas em instantes ele o colocou para fora e mandou que eu pegasse. No in�cio eu juro que me assustei com a grossura daquela pica que n�o era muito comprida. Ele mandou que eu parasse o carro e o abocanhasse. Claro que parei imediatamente e cai de boca e chupei muito, chupei e lambi por uns 19 minutos at� que ele anunciou que iria gozar, ent�o me afastei um pouco e permiti que gozasse na minha cara. Adorei sentir aquela porra quente e cheirosa escorrendo pelo meu pesco�o. Adoro chegar em casa melado de porra e bater uma punheta bem gostosa enquanto meto um consolo no mu c�. Combinamos dele ir na minha casa no dia seguinte no final da tarde, onde certamente eu sentiria sua pica dentro de mim. Na manh� seguinte ele me ligou e confirmou o nosso encontro no final do dia. Confesso que trabalhei o dia todo morrendo de tes�o e fui embora um pouco mais cedo para me preparar. Cheguei em casa, raspei os pelos da minha bunda e do meu c�, fiz uma lavagem, tomei um banho demorado e fiquei contado os minutos at� sua chegada. Quando ele chegou, lhe ofereci uma bebida, mas ele disse que preferia tomar um banho, ent�o o conduzi at� o banheiro e fui buscar uma toalha pra ele. Quando voltei para o banheiro e me deparei com aquele corp�o n� e aquela pica linda, dura feito a�o, n�o aguentei e tirei minha roupa e j� fui logo abra�ando aquele macho que com suas m�os fortes puxaram os meus cabelos e colou o seus l�bios aos meus para um beijo demorado onde nossas l�nguas pareciam lutar, enquanto isso eu ainda me deliciava com o seu pau ro�ando na minha barriga e seus dedos explorando a minha bunda em busca do meu c�. Eu estava entregue e ele penetrou um dedo em mim e me fez gemer feito uma vadia. Disse que tinha adorado o meu rabo e com ajuda do sabonete enfiou o segundo dedo e depois o terceiro. Os seu dedos eram grossos e estavam me arrombando. Determinado momento de nossa farra, ele deixou o sabonete cair e disse ?pega?, obediente me abaixei para e o puto n�o perdeu tempo, tirou os dedos e meteu a sua rola em mim. Confessoque foi gostoso mas a dor n�o foi legal e eu tirei imediatamente. Ele ficou um pouco bravo e deu dois tapas na minha cara e me fez ajoelhar para chupa-lo, ent�o o abocanhei e ele metia na minha boca como com muito tes�o e ele n�o me deixava levantar, permanecia puxando os meus cabelos inclusive me fazendo beijar e lamber os seus p�s. Ele decidiu que deviamos sair do chuveiro, ent�o foi se secar enquanto eu permanecia de joelhos esperando que me desse ordens. Estava muito gostoso ser submisso daquele macho de quase dois metros de altura e ele havia me transformado num putinho submisso. Impiedoso ele praticamente me arrastou at� a minha cama, onde me mandou ficar de quatro para dar tapas na minha bunda, que embora doloridos eram deliciosos. Ele encheu o meu c� de KY e chegou a meter dois dedos de cada m�o e os puxava para os lados afim de me preparar para penetra��o. Me fez ajoelhar novamente para chupa-lo e deixar o seu cacete bem babado. Finalmente me colocou deitado de lado, mando que eu levantasse um perna e come�ou a meter a sua pica no meu c�. Sentia cada milimitro entranndo e me rascando ao meio. A penatra��o foi lenta e deliciosa e quando senti o seu saco encostando em mim gozei sem mesmo me tocar, mas a vontade de continuar submisso àquele macho era muito maior e o tes�o ficou bem maior. Ele deve ter metido em mim por mais de meia hora nas mais diversas posi��es para no final tirar a pica do meu c� e gozar na minha barriga, peito e rosto. Ele disse que adorou meter em mim, que adorava um cara limpinho, raspadinho e que embora fosse passivo, n�o dava pinta de gay. Adorei o seu cacete e antes que fosse embora, chupei mais uma vez e deixei que gozasse em minha boca para beij�-lo em seguida e dividir-mos cada gota. Nos despedimos com um abra�o gostoso e ainda n�o nos vimos novamente. Hoje ele me ligou para dizer que gostaria que eu fosse o seu amante, pois � casado e tem filhos, ainda explicou que estar� no Guaruj� todas as semanas at� o final do ano por duas noites, pois estar� trabalhando por l�. Claro que topei!