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GABRIELLA

Ol�, meu nome � Edgar, sou Fotografo, sexologo, tenho 27 anos e agora resolvi contar todas as minhas travessuras sexuais. rnSegurem essa:rnrnPrimeiramente vou contar sobre a minha ultima noite, a dias j� venho saindo com uma garota chamada Gabriella, ah, s� para avisar, estou passando uns tempos aqui em Bras�lia, sempre quis conhecer a cidade por causa da famosa arquitetura, e, nunca achei que passaria um bom tempo era dan�ando com garotas nuas. Conheci Gabriella numa das noites na cidade, estava eu experimentando um bom vinho num restaurante do centro, ouvindo um bom acorde de viol�o, foi quando vi a gar�onete mais linda do mundo passar pela minha mesa. A chamava a toda hora afim de tirar um bom argumento para continuar conversando com a garota. Sempre me atendia com um leve sorriso e sempre deixava o seu doce aroma. Gabriella me enfeiti�ou, at� que na quinta vez que a chamei, ela j� foi ate a mesa com um tom mais amig�vel: "Quer que eu me sente aqui?" -- Brincou. E eu como n�o sou bobo j� disse: "No seu hor�rio de trabalho n�o, mas quem sabe na sua folga".rnEla riu, sabia que eu n�o sairia do barzinho antes de ter o telefone dela.rnrnConversa vai, conversa vem, sai do bar sem o telefone dela naquela noite. Para muitos isso seria o fim, mas n�o para mim.rnFui para o hotel e s� conseguia pensar na garota, sabia seu nome apenas por causa do colar que a mesma usava com o seu nome, j� estava sentindo falta da garota. No dia seguinte apareci por la novamente, ela estava no bar servindo as bebidas e fui direto para o balc�o, o que � uma grande vantagem, assim ficaria todo o tempo do lado dela.rnDiscutimos um pouco sobre o emprego dela, sobre dia ficar de gar�onete e dia ficar no bar, havia outros dias em que ela tinha apenas que ficar na cozinha lavando os copos e os pratos, discutimos um pouco sobre o pessoal sem educa��o e sobre os jovens que saem da faculdade e v�o direto para o lugar ficar gritando e falando bobagens, e fui logo perguntando sobre a folga da garota.rnEla foi logo dizendo que toda segunda ela folgava, mas que costumava n�o sair de casa, j� que vivia num barzinho durante todos os dias, petiscos e cerveja j� n�o era o apetite dela para todos os dias. E fui logo dizendo que adoraria assistir a um bom filme com ela, "Seja na sua casa ou no hotel onde estou hospedado, voc� escolhe" - ela se sentiu curiosa, afinal, qual garota n�o se sente curiosa por um cara aut�nomo que vive viajando o Brasil e o Mundo: A profiss�o sempre me ajudou a ter as garotas.rnrnBom, a primeira folga dela foi bastante light, fui at� a casa dela, que ela ganhou da av�, uma casa pequena e bem velha, com 4 c�modos, muito grande para uma garota que mora sozinha. Seus pais se mudaram para S�o Paulo para investir em um restaurante, mas ela ficou em Bras�lia por ser a cidade onde toda a sua fam�lia mora, e seus amigos. Eu contei para a mesma que estava pensando era em comprar uma casa ali em bras�lia (mentira, claro), pois havia adorado a cidade.rnN�o demorou muito e ela pensou em ligar para uma amiga, afim de nos conhecermos.rnrnPassou-se os dias, eu j� estava com o contato de Gabriela e da amiga, e o meu interesse pelo cora��o de Gabriela j� estava mais do que obvio, na quarta feira da mesma semana consegui o primeiro beijo de Gabriella na sa�da do seu servi�o, quando fui dar uma garota para a mesma com o carro alugado.rnrnNa quinta o encontro foi light, mas na sexta tive a impress�o de j� ter o cora��o de Gabriela nas m�os. Nos beijamos e ela me convidou para ir ate a sua casa, j� devia ser as 5 da manh�, e ela inventou de assistirmos a um filme rom�ntico. N�o ia recusar, mas, nos primeiros 19 minutos do filme, nos beijamos novamente e ela dormir no meu ombro.rnrnNa sua folga, ela convidou a amiga para comermos uma pizza em sua casa, a amiga levou um amigo gay, e ent�o ficamos todo o tempo ali, na cozinha batendo um papo e jogando baralho. Contei sobre minhas aventuras no exterior (� claro, sem as historias sexuais) e quando percebemos j� era de manh�.rnNa ter�a feira, quando deu umas 19 da tarde, estava eu conversando com um fotografo de uma agencia de modelos do centro da cidade, quando Gabriela me ligou, dizendo que n�o estava bem, e que queria companhia. Sai correndo do est�dio e fui ate a casa da gata.rnrnChegando la, ela estava apenas de camisola. "� hoje" pensei, e n�o deu outra.rnrnA sua casa estava uma bagun�a, por causa de ontem a noite, ela disse apenas para eu n�o ligar e fomos para o quarto, a cama com o edredom todo bagun�ado, ela disse que n�o estava bem, e que queria eu por perto. Se deitou e eu deitei logo ao lado. Ela pediu para que eu tirasse as botas, assim que tirei ela ergueu o edredom para eu entrar nele.rnDebaixo do edredom, trocamos alguns beijos antes de ela come�ar a tocar o meu peito. Segurei a nuca dela e n�o deixei o beijo parar, aproximei minha perna das coxas dela, e ela j� foi se inclinando para perto de mim, num abra�o quente.rnrnQuando deu a primeira encostada com a xota na minha perna, ela j� sentiu o meu pau duro dentro da cal�a. Neste instante ela n�o parou os beijos, e subiu em cima de mim, com as pernas g�lidas, ela foi desabotoando a minha cal�a, e eu me preocupando em tirar o suti� dela.rnrnQuando tirei o suti� ela parou com o beijo, e eu fui logo chupando aqueles seios lindos de Gabriella, nada grande demais, mas eram perfeitos. Ela adorou a chupada nos seios, eu fui tirando a minha cal�a e ela me esperando ansiosamente. Terminei de tirar a cal�a toda e ela j� montou em mim com velocidade, com voracidade, continuou com os beijos e j� fora esfregando a xota molhada em cima do meu pau. N�o demorou que sem esfor�o nenhum o meu pau j� encontrara a vagina dela, ela gemeu de leve enquanto eu vibrava o meu pau e �amos na mesma sincronia penetrando de pouco a pouco.rnrnEla encostou a cabe�a ao lado da minha e come�ou a gemer no meu ouvido, eu segurei a sua bunda, abrindo bem o seu cu e a sua buceta, guiei meu pau com a m�o para encaixar perfeitamente na dentro da ninfa.rnEla gemeu mais um pouco, e ent�o come�ou o vai e vem. Ela ia de leve, mas de um jeito gostoso. Ela n�o parecia ter pressa nenhuma, e eu no pompoarismo para aguentar aquela dan�a e aquela montaria dela em cima de mim por horas.rnrnEla com os seios encostados no meu peito, parecendo um pouco t�mida n�o se levantou em nenhum momento, nem mesmo aumentamos o ritmo da foda, ficamos s� ali, ela gemendo no meu ouvido, eu enfiando de pouco em pouco nela, e os nossos quadris em uma sintonia quente.rnEu j� suava, o quarto dela estava com as janelas fechadas e o edredom s� fazia nos transpirar. Olhei para ela e ela estava molhada, pingando suor.rnrn"Eu n�o estou mais aguentando, acho que Te Amo, e te quero toda noite" ela disse no meu ouvido.rnComo todo bom cafajeste (me desculpe as damas), "Eu Te Amo mais Gabriela, e a nossa dan�a esta me fazendo explodir de prazer".rnrnDei mais algumas bombadas, a buceta dela contraiu e vibrou depois de ter ouvido o meu Te Amo. O cheiro doce dela j� estava em meu suor, quando tirei o meu pau e pedi para gozar. Ela se sentou em cima de mim e olhando nos meus olhos, sem sorriso algum, apenas o ar de superioridade de uma dama em cima do cavalo, ela come�ou a socar uma punheta com as suas duas m�os. Comecei a chupar os seios dela sem parar. Gozei nos seus dedos, satisfeita, ela se deitou do meu lado, buscou uma caixinha de len�os no criado mudo, e ficamos ali, olhando para o teto por um bom tempo.rnrntexto originalmente escrito em:rncenasmuitoquentes.blogspot.com

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