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A BALCONISTA DA FARM�CIA

Estava caminhando pela cal�ada e lembrei-me de passar na farm�cia, para comprar preservativos, afinal iria sair com uma gata que vinha cantando h� tempos. Ao entrar na loja peguei as camisinhas e fui em dire��o ao balc�o. Neste momento vejo uma moreninha linda, 19 aninhos, magrinha, sorriso f�cil, dentes bonitos, cabelos bem tratados e olhar doce, perguntou-me em que poderia ajudar? Entreguei-lhe o produto, uma caixa com 6 unidades, ela olhou, perguntou se havia mais alguma coisa, respondi que n�o e fui direto ao caixa. Sai da loja pensando na menina.

A noite foi boa, mas, s� pensava na tal garota, que se quer sabia o nome entretanto estava decidido a tentar algo.

No dia seguinte 6� feira, por volta das 17hs passei novamente na loja, peguei mais 6 unidades e ky gel, fui at� a gatinha e entreguei-lhe, sendo recebido com um sorriso cativante, mas infelizmente o avental que usava n�o me permitia ver todo seu corpo. No s�bado voltei à loja e l� estava, agora atendendo algu�m. Peguei shampoo, creme de barba e camisinhas (claro), quando percebi que estava desocupada fui em sua dire��o e novamente aquele sorriso doce, mas dessa vez, ao me ver exclamou um oi t�o gostoso como se me conhecesse a tempos. Aproveitei e perguntei sobre o shampoo, se ela conhecia etc. e come�amos a conversar neste instante ela saiu de tr�s do balc�o e ajudou a escolher um outro produto, permitindo ver seu corpinho, magrinha, peitos pequenos e uma bundinha linda, toda durinha. Rimos um pouco e fiquei sabendo que se chamava Juliana. Quando ela viu no cesto mais uma caixa de camisinhas riu novamente e ficou vermelha, saquei a deixa e perguntei por qu�? Por�m n�o obtive resposta.

A noite chegou sai com minha namorada, fomos a um novo barzinho e depois motel, noite maravilhosa. No domingo pela manh� dei umas voltas na lagoa, voltei pra casa e n�o sa� mais.

A 2� feira chegou e com ela muito trabalho, no final do dia passei pela farm�cia e quando a Ju me viu abriu aquele sorriso lindo, veio em minha dire��o e perguntou se levaria o de sempre, ao que respondi positivamente virou-se e foi em dire��o a local em que se encontravam os preservativos, com um andar lindo, uma bundinha empinada. Come�amos a conversar e fiquei sabendo que sairia em 19 minutos e iria para uma aula chata, perguntei se ao inv�s da aula ela gostaria de assistir um dvd, os olhinhos brilharam, o sorriso novamente apareceu, mas disse-me que hoje era aula importante, ent�o marquei o filme para dia seguinte e ela acenou positivo, peguei seu celular e sai. Na 3� às 18hs parei o carro na esquina, liguei para Juliana e falei que a estava esperando. De repente aparece na porta da loja à menina toda linda (sem avental), mas com roupa de col�gio e vem caminhando na dire��o do carro, quase n�o acreditei. Ao abri a porta, dei-lhe 3 beijinhos e rumei ao meu ap� na quadra seguinte, n�o sem antes ter que responder umas perguntas da minha princesinha, que estava querendo saber d a minha namorada e etc. Respondi-lhe que morava sozinho e havia terminado com minha namorada. Ao chegar, elogiou o espa�o, se jogou no puff e ficamos conversando, perguntei sobre o namorado e recebi uma negativa, nunca havia namorado ningu�m, pois achava os meninos da sua idade bobinhos e que achava lindo meu cabelo grisalho. Ao escutar isso, eu com 35 anos, 1.90m e 85kg quase n�o acreditei. Comecei a acariciar seu rosto, elogiei seu sorriso, fixei seus olhos, toquei seus cabelos e disse que desde o primeiro dia que a vi, fiquei encantado, com seu jeito, sorriso e corpo. Juliana estava t�o pr�xima que o beijo foi inevit�vel, seguido de longo beijo e ao mesmo tempo comecei a percorrer a m�o por todo aquele corpo. Neste instante ela travou dizendo ser virgem e n�o queria deixar de ser agora e aquilo n�o era certo, pois, nem me conhecia direito. Procurei acalma-la, mostrando que n�o a faria nada que ela n�o quisesse e mostrando que aquele tipo de caricia era algo normal e gostoso. Pedi para fechar os olhos e curtir. Assim o fez e nossos beijos ficaram mais e mais intensos. Lentamente subi sua blusa, permitindo ver uma barriguinha lisinha linda, uma cintura perfeita. Fiquei por tr�s ro�ando naquela bundinha, sussurrando no seu ouvido e pedindo que empinasse em minha dire��o, aos poucos ela foi se entregando. Abri sua cal�a e desci, deixando-a somente de calcinha e suti� branquinho contrastando com a pele moreninha em 1.57m, 51kg, peitos pequenos (adoro), cintura bem formada, bumbum empinadinho, coxas bem torneadas, toda justinha, um espet�culo!!!

Fomos para o puff, retirei-lhe o suti� e comecei a sugar alternadamente cada peito, deixando-a arrepiada e os bicos durinhos. Passei a correr a l�ngua em todo corpo, beijando cada pedacinho e escutava alguns gemidos. Beijei por cima da calcinha e desci para suas coxas at� chegar ao p�. Subi e fiquei beijando sua virilha e lentamente cheguei a calcinha para o lado e passei a sugar e linguar seu clit�ris. Neste momento presenciei o primeiro gozo de Juliana. Forte, prendendo minha cabe�a e gemendo muito. Olhei pra ela e recebi um sorriso, tirei sua calcinha e pedi que tirasse minha roupa, no que fui prontamente atendido. Quando retirou minha cueca, seus olhos brilharam, eu pedi que segurasse e que desse uns beijos. Nossa aquela m�ozinha, sequer fechava, come�ou a beijar e chupar com uma vontade a muito n�o vista. Aos poucos virei-a e come�amos a fazer 69, fazendo-a gemer muito, comecei a passar à l�ngua no seu cuzinho, neste instante a garota largou meu pau e pediu que n�o parasse, pois estava delicioso. Virei Ju de bru�os e chupei mais aquele rabinho delicioso, mordiscando às vezes suas popinhas. Peguei o ky e comecei a aplicar, com um dedo em seguida mais lubrificante e dois dedos, a gatinha gemendo pediu que a comesse. Sentei no puff e pedi que ela viesse por cima. Aos poucos a cabe�a foi entrando e a gata gemendo muito. Comecei a tocar os peitos e pedi que empinasse o rabinho, sendo prontamente atendido. Pedi que rebolasse e fosse descendo, ela gritando de dor tentou escapar, ai eu acalmei e passei a dedilhar seu clit�ris e disse que a metade j� havia entrado, que ela rebolasse bem devagar sendo novamente atendido. Ficamos nessa posi��o uns 19 minutos at� que n�o aguentando anunciou seu gozo. A deitei de bru�os e comecei a meter mais e mais, pedi que empinasse a bundinha e fui bombando. A gata gemia muito, falava que era dolorido, mas que j� estava gostoso, gemia, empinando aquele rabinho maravilhoso falou estar come�ando sentir um calor danado, percebi novo gozo chegando e bombei mais forte explodindo de gozo dentro daquele cuzinho. Ao sentir o leite a gata come�ou a pular e tremer toda atingindo um gozo memor�vel. Dei um tempo e tirei meu pau, a gatinha estava toda molinha e de seu rabinho todo rasgado escorria porra misturada com sangue.

Deitei ao seu lado e fiquei acariciando-a e Juliana continua de bru�os. Ap�s uns 20 minutos levantei e fui tomar banho sendo seguido por Ju que mancando e gemendo dizia que eu havia maltratado seu cuzinho mas, tinha sido delicioso. Agradeceu por preservar sua virgindade e que sabia desde o in�cio que seria maravilhoso, por isso se entregou. Tomamos banho e ela foi novamente chupada e gozando a seguir.

Agora no quarto a deitei na cama, come�amos a nos beijar e tocar, a garota novamente come�ou ficar excitada, passou a me chupar e beijar, at� chegar na minha orelha onde mordeu e disse que apesar de estar toda dolorida queria me da o rabinho novamente e sentir tudo de novo. No mesmo instante a beijei, chupei muito aqueles peitinhos, segurei-a pela cintura e chupei aquela xoxotinha linda, com pelos aparados, bem depilada, cheirosa e toda fechadinha. Ju gozou muito encharcando meu rosto e o len�ol. Eu fui enfiando a l�ngua no seu cuzinho e ela de quatro pedia para lamber mais e mais. J� n�o aguentando coloquei a camisinha, apontei o todo poderoso para aquele botaozinho rosadinho, passei mais ky e enfiei lentamente. A gata rebolava, empinava o rabinho, gemia eu a segurava pela cintura e ritimadamente ia metendo, quando estava todo l� dentro deixei meu corpo cai sobre o seu e fui bombando. Por quase meia hora metemos, ela gemia dizia que era uma del�cia, que o cuzinho estava pegando fogo, era lindo ver o pau ir desaparecendo naquele buraquinho, as vezes parava, retirava e ela logo pedia n�o para, n�o para, atendendo seus pedidos aumentei o ritmo e gozamos juntos de novo a gata tremia toda e gritava que era maravilhoso.

A gatinha confessou-me preocupada com o hor�rio e que precisava chegar em casa, assim tomamos banho, nos arrumamos, fizemos um lanche e eu a deixei pr�xima a sua casa, n�o sem antes receber um maravilhoso beijo e um sussurro no ouvido em que dizia estar toda dolorida, inchada, mas que n�o via hora de repetir tudo de novo. Passamos a nos encontrar tr�s vezes por semana, onde repetimos tudo.



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