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ORGIA CANINA

Desde que fui morar sozinha, logo que passei numa faculdade em outra cidade, passei a me sentir muito sozinha. Tinha como unica companheira minha cadelinha que levei comigo para morar nessa rep�blica ( a Puppy).

Ainda filhote ela se acostumou a viver sempre comigo e � muito quietinha e d�cil apesar da ra�a ( Cocker Spaniel).

No seu segundo CIO, um amigo veterin�rio recomendou-me que tentasse cruza-la com um cao da mesma ra�a, ressaltando à import�ncia de ativ�-la como progenitora a necessidade da vida sexual ativa da cachorra e o retorno financeiro que viria com os filhotes de ra�a pura.

Como havia prometido, conseguiu um macho para cruzar com a Puppy nessas f�rias de janeiro e como eu estava em casa, aceitei cuidar do macho que forneceria a "m�o de obra" para ela. Bony chegou em casa logo ap�s o ano novo com a fun�ao de desvirginar a Puppy. Mas Puppy n�o aceitou a presen�a daquele c�o e mesmo estando no cio, fugia com o rabo entre as pernas e gritava de medo s� dele chegar perto dela, sendo assim o veterin�rio sugeriu que eu mantivesse Bony separado dela durante os primeiros dias para que ela acostumasse com sua presen�a.

Sendo assim optei em deix�-lo do lado de fora, j� que Puppy estava acostumada com a vida dentro de casa. No segundo dia de dist�ncia, quando sa� pra dar comida ao Bony, ele avan�ou para dentro de casa e farejando o cio de Puppy encontrou a debaixo de minha cama. Como um man�aco, mesmo tendo ela se deitado no chao de medo, ele agarrou-lhe as costas e freneticamente tentou possu�-la. Achei engra�ado a tara que ele sentira por ela, mas como ela estava muito assustada e ainda era o segundo dia, resolvi arrast�-lo pra fora. Tentei peg�-lo no colo e puxar do meu quarto, mas ele agarrava-a com tanta for�a que quase nao consegui solt�-lo dela... Com cuidado para nao deix�-lo nervoso, consegui livra-la das patas assanhadas do cao que ainda cego de tes�o, agarrou minha perna e come�ou a tentar transar com ela. Achei muito engra�ado e comecei a rir sozinha, mas de repente uma coisa molhada encostou na minha pele, parei de rir e comecei a prestar aten�ao. Uma coisa dura como uma faca parecia tentar cortar minha perna achando assim um buraco para penetrar e saciar sua sede de sexo canino. Analisei a sua respira�ao e seu intusiasmo de tentar achar uma fenda inexistente em minha pantourrilha e a inoc�ncia que o cao transmitia na busca de saciar seu prazer foi me causando uma ofeg�ncia, uma falta de ar.

Andei pra fora do quarto e fechei a porta com a Puppy l� dentro. Ele, andou sobre duas patas e as de cima nao soltaram de minha perna. Aquela lingui�a espetava minha perna e minha cabe�a come�ou a girar... Sentei no ch�o e soltei suas patas. Ele insistiu, virou-se e apanhou me às costas com as patas entrela�adas em meu pesco�o tentou foder minhas costas. Em meio aos meus suspiros, retirei a blusa para sentir a pica dele nas minhas costas. Subiu novamente e esfregou aquele pincel vermelho no meio das minhas costas, molhado, duro, ai...Que lambidas dava na minha nuca, eu ja estava ensopada de tes�o, acho que me contagiei com o cio da Puppy e me senti na obriga�ao de nao deixar aquele lindo c�o passar tanta vontade. Sem deix�-lo soltar meu pesco�o, comecei a tirar a cal�a e enquanto ele tentava foder minhas costas, eu me masturbava, esfregava meu clitoris, mas nao passava pela minha cabe�a transar com o c�o.

Envolvida pelo carinho que ele me dava dei a m�o molhada de xana para ele cheirar, e sentindo o cheiro de f�mea ele p�s-se a lamb�-la. Quando afastei minha m�o ele insistiu em segu�-la e soltou meu pesco�o.Levei minha mao de volta a xana e, acompanhanco-a ele p�s-se a lamber minha vulva. Que l�ngua quente, como ia fundo...ai!!!! Deitei me de costas no chao e ergui os quadris, afastei as pernas e ele lambeu, lambeu, lambeu fundo.... ai!! Descia um pouco, lambia bem dentro do meu �nus, subia voltava à petequinha... me contorci no ch�o... gozei v�rias e v�rias vezes. At� que, aproveitando-se da altura que proporcionei elevando meus quadris,Bony investiu numa nova trepada. Foi certeiro, nao tive tempo de descer. Penetrou t�o r�pido, fundo e forte que ele gemeu... e eu gritei e abaixei o quadril... ficou ruim pra ele, entao arrastei0-me at� o sof� e recostei nele, agora nao cansaria tanto. Aquela faca cortou me por dentro, a velocidade era fant�stica, o tamanho crescia a cada incurs�o, sua rola come�ou a ocupar toda a parede de minha apertada vulva... comecei a chorar de dor e de tes�o, como gozava... orgasmos m�ltiplos, triplos, ele nao parava.... o cheiro do cio de Puppy mantiveram-no aceso durante um tempo que nao me lembro de ter tido um cara ficando...Quando achei que ja eu ja tinha gozado tudo que podia, seu gozo trouxe-me outro ormasmo,... Um jato quente e grosso... cont�nuo... ardia-me as paredes da peteca,...e gozei de novo. Aos poucos ele diminuiu o ritmo... virou-se e tentou descer... Um n�dulo impedia que tirasse aquela arma de sexo de dentro de mim... Ficou de costas um pouco com a pica virada pra tr�s... aos poucos eu fui relaxando, ele tamb�m... a pica soltou, ele ainda me limpou com um banho de sexo oral... e foi dormir.

tr�s dias depois ele conseguiu cruzar com Puppy, ocasi�o que presenciei me masturbando muito. Atualmente ela est� esperando filhotes e � claro que se houver um machinho eu vou cri�-lo pra MIM!

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