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BRINCADEIRA REAL

Brincadeira Real



Como havia prometido, vou contar como aconteceu a minha primeira experi�ncia real: j� era uma verdadeira “expert” em brincadeiras e sacanagens me divertindo sozinha (adoro usar o feminino para pensar nessas coisas).

Entrava com frequ�ncia em chats com diversos apelidos, muitas noites ficava horas teclando e deixando os meus parceiros virtuais loucos com os meus devaneios. Contava sobre minhas perip�cias com legumes que enfiava sem d� enquanto conversava abertamente com eles. Sempre me produzia para entrar nas salas de bate papo, usava uma grande cole��o de adere�os (brincos, batom, pulseiras) e roupas adequadas para a ocasi�o (meias, espartilhos, vestidinhos min�sculos e, � claro, uma bota preta al�m de cal�inhas bem apertadinhas), Ficar na frente do computador esperando ser chamada causava um tes�o enorme, despertar o interesse de v�rios usu�rios era o m�ximo para mim. Depois de brincar muito, geralmente sa�a das salas e me masturbava imaginando ser possu�da de verdade com os muitos parceiros que conhecia.

Meu medo era me envolver com estranhos que pudessem ter outras inten��es que n�o fossem o prazer.

Em uma noite especial comecei a teclar com um cara bem interessante, casado e at� certo ponto inexperiente (percebi pelo seu jeito de escrever). Ele me pareceu sincero, inteligente, e ao mesmo tempo bem sacana. Brincamos contando as nossas prefer�ncias, ele era do tipo ativo e disse que adoraria conhecer algu�m que fosse como eu, ou seja, que gostasse de se produzir usando roupas femininas. Contei que era “tecnicamente” virgem, pois nunca tinha experimentado uma noite real de sexo com algu�m como contava imaginar. Esse detalhe o deixou maluco, muito excitado mesmo. Contei todas as minhas fantasias, de como me imaginava fazendo sexo com ele, as posi��es que sempre estavam na minha cabe�a e as roupas que poderia usar no nosso encontro. Nos encontramos mais duas vezes na sala de bate papo e a conversa evoluiu muito desse modo.

Ele sempre me convidava para um encontro real, mas eu disfar�ava e continuava me esquivando, medo e excita��o me confundiam. Passava o dia inteiro imaginando, esperando e desejando um novo contato.

Em um s�bado, animada com tudo que estava acontecendo, come�amos novamente a conversar. Ele me disse que aquele era um dia perfeito, estava s� (sua mulher tinha viajado) e ele estaria sozinho a noite toda. J� eram umas dez da noite quando come�amos a nos falar. Ele disse que eu poderia ir à sua casa, insistiu muito e deixou bem claro que queria apenas se divertir.

Na sua casa eu disse que n�o iria (achei muito arriscado) e propus (nem seu como tive coragem, o tes�o talvez!) que poder�amos ir para um hotel. Seria perfeito para o nosso encontro, um lugar discreto e que n�o nos comprometeria com vizinhos.

Achamos rapidamente na net uma vaga em um hotel perto de casa. Disse que queria ir antes para “me preparar”. Pedi uma hora sozinha antes de sua chegada. Tudo ficou combinado, coloquei minhas roupas e adere�os em uma mochila e fui sem pensar muito (se pensasse talvez desistisse!).

O quarto era lindo, apesar de n�o ser um hotel de luxo, tinha tudo que precis�vamos, duas camas grandes (� l�gico que n�o pedi um quarto de casal para n�o dar bandeira na recep��o), v�rios espelhos (adoro isso!) e um banheiro limpo.

Produzi-me com capricho, meias e calcinha pretas, um espartilho para marcar a minha cintura e defini-la, um vestido com mangas longas, pulseiras prateadas, brincos de press�o, luvas pretas, batom vermelho forte, minha bota de couro alta e a minha peruca Chanel. Quando me vi no espelho do banheiro estava deliciosa, um arraso, linda, sensual, uma verdadeira princesa pronta para minha primeira noite. Estava t�o molhada que cheguei a marcar o vestido na parte da frente. Parei e quase desisti de tudo, uma mistura de medo, tes�o e at� vergonha me fizeram pensar em sair correndo daquele lugar, o que estava fazendo? Olhava no espelho e me achava a mais linda, mas tamb�m pensava que poderia estar fazendo um papel de boba, ser� que ele viria? Poderia ele ter desistido? Esperei por intermin�veis minutos e decidi relaxar ascendendo um cigarro e tomando uma ta�a de vinho. A bebida me relaxou realmente e pude at� brincar rebolando na frente dos espelhos que posicionei de maneira estrat�gica.

Repentinamente ouvi uma pancada na porta, fui ver pelo olho Magic e era ele. Muito mais bonito do que imaginava. Perguntei pelo seu nome e ele respondeu positivamente. A hora chegava.

Abri a porta e corri para o banheiro, ele entrou e instantaneamente fiquei com um grande tes�o. Disse, com a voz mais doce que pude fazer, para ele me esperar que estava acabando de me arrumar. Ouvi o barulho do vinho na ta�a, e sua voz grossa me perguntando se queria beber mais.

As luzes estavam baixas, tinha planejado isso tamb�m. Sai triunfalmente do banheiro e pude ver em seus olhos a admira��o e o espanto com a minha produ��o.

Ele me disse:

-Voc� � linda! Que gata! Vem c�! Quero te ver melhor.

Dei uma reboladinha sacana e cheguei perto.

Nos abra�amos e demos um selinho.

Nos sentamos nas cadeiras da mesa do quarto e ficamos uns minutos encabulados com a situa��o, demos algumas risadas e ele me serviu mais um copo de vinho. Como n�o sou de beber muito, fiquei um pouco tonta com aquilo e logicamente mais solta e atrevida.

Demos as m�os e nos olhamos, o pr�ximo passo foi darmos um beijo que foi esquentando rapidamente, em instantes j� est�vamos em um amasso louco. Ele desceu as m�os e tocou em minha bunda depilada, fui aos c�us com aquilo, tamb�m comecei a percorrer o seu corpo e sentir o seu pau duro por dentro das cal�as, Mais vinho e j� estava totalmente a merc� de suas caricias cada vez mais ousadas. N�o par�vamos de nos beijar e de sentir o corpo um do outro, Tirei o seu pau para fora. Era lindo! Grande, duro e bem grosso. Comecei a masturbar-lo com for�a e jeito. Beijei o seu peito e desci. Era a primeira vez que sentia um pau em minha boca, Beijei e depois chupei com vontade, Adorei o cheiro e o gosto que tinha, Ele enquanto isso, brincava com a minha bunda e o meu anelzinho que j� piscava sem parar. Ficamos naquela sacanagem por muito tempo.

Ele me levantou, beijou o meu pesco�o e desceu a al�a do vestido, Uau! Fiquei no cio com aquilo, tenho muito tes�o nos peitos, ele tinha descoberto esse segredo, ficou muito tempo beliscando, apertando e lambendo os meus mamilos de menininha, pequenos, mas durinhos de tes�o. Quase gozei com aquilo, oferecia meus peitos para ele, uma loucura!

Fomos para uma das camas, fiquei de quatro alisando minhas pernas e me oferecendo, ele veio por tr�s e rapidamente j� estava de camisinha. Colocou a minha cal�inha para o lado e come�ou a lamber o meu anelzinho, senti uma sensa��o inesperada, quase gozei de novo com aquilo, ele me deu muitos beijos na bunda e posicionou o seu pau para come�ar a penetra��o.

Estava t�o excitada que nem senti o dor que imaginava, seu pau era muito grande e grosso, mas parecia ter nascido para entrar em mim. Ele foi me invadindo lentamente, com firmeza e precis�o. Em minutos j� sentia seus pelos em minha bunda, ele estava inteiro dentro, e eu podia ver toda a cena pelos espelhos. Estava de quatro com um imenso pau em meu c�. Estava maravilhosa no reflexo dos espelhos, me sentia como uma atriz de filmes, como uma deusa do sexo.

Come�amos o vai e vem. Rebolava como uma piranha. Ia para frente e para tr�s, me abria completamente, senti um calor m�gico e pouco tempo depois tive meu primeiro gozo anal da noite. J� tinha sentido aquela sensa��o antes, mas daquele jeito e naquela intensidade nunca. Parecia que ia desmaiar.

Trocamos de posi��o e sentei sem d�, cavalguei com uma deusa enquanto ele me beijava a nuca e a boca.

J� sabendo do que gostava, ele desceu a al�a de meu vestidinho e come�ou a alisar novamente os meus peitinhos, era tudo que precisava para gozar novamente. Oferecia os meus mamilos durinhos, subia e descia a al�a para provocar-lo, fazia caras e bocas, fiquei louca de tes�o com aquilo.

Ele j� n�o aguentava de tes�o e disse que ia gozar tamb�m, sai de cima e pedi para que gozasse em meus peitinhos durinhos e molhados. N�o demorou e senti sua porra quente em mim. Isso foi demais!

Ainda suguei o resto de gozo daquele pau, o gosto de porra me fascinou, espalhei pelos meus mamilos, barriga e rosto.

Estava exausta e realizada, depois tomamos um delicioso e quente banho.

Ainda fizemos mais algumas loucuras naquela noite, mas isso eu conto depois...

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