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TINA EM CABO FRIO TOMANDO LEITINHO QUENTE EM 2004

Em 2004 no in�cio de abril conheci pela internet um negr�o dotadao (Fael), que solicitou minhas fotos, ap�s uma semana, recebi um e-mail na qual ela queria conversar comigo pelo msn.

Em nossas conversas por e-mail deixei claro, que euzinha fiquei uns quatro anos sem fazer sexo depois do estupro, por 19 baianos, com paus de 19 a 27 cm, de 8 a 19 horas di�rias por 50 dias, em uma estada no interior da Bahia, quando tinha 19 anos, na qual fiquei viciada e durante esses quatro anos fiz tratamento. Posteriormente, reiniciei mas tentando me controlar e desde ent�o fa�o de 1 a 3 surubas por ano.

Ainda disse a ele: que eu fazia, mas sentia muita dor, pois sou um loirinho de 1,60 cm de altura, assim precisavam me imobilizar para me usar como os baianos fizeram. A resposta foi que isso n�o era problema, pois era isso mesmo que eles queriam ter todo o dom�nio da situa��o e realizar comigo as fantasias que as garotas de programa n�o deixam.

Combinamos o segundo final de semana, onde me esperariam tr�s negros e dois brancos, assim segui de carro at� cabo frio, encontramos na entrada da cidade, deixei meu carro em um estacionamento pago at� domingo.

Entrei em seu carro, onde estavam Fael mais dois negr�es, Alan e Robson, de cara percebi que se tratavam de caras marombados (e sem estudo pelos papos).

Fui colocado no banco do carona e seguimos para a casa que eles tinham alugado. Durante a viagem me deram batidinha para eu beber, estava forte e pediram para eu beber o copo todo, como n�o bebo (no m�ximo meia lata de cerveja) fiquei tonto e mole.

N�o me lembro como chegar l�, era uma casa bem longe na praia a 30 minutos do centro, mas ao chegar mesmo tonto e mole percebi que ele tinha me enganado. A casa estava lotada de caras, 19 ao todo segundo Fael, porque achava que as despesas seriam menores e assim precisou dividir com mais gente. Eram tr�s brancos (Roberto, Jonas, William) cinco negros (Fael, Alan, Robson, Edson, Reinaldo) e dois pardos (Rafa e Ti�o). Todos j� estavam chapados de bebidas e doidos querendo sexo, pois estavam assistindo filme porn�.

Na sala mesmo eles tiraram minha roupa, coloquei um fio dental vermelho fornecido pelo pardo Rafa, que tampava a parte da frente.

Num sof� de um lugar fui al�ado ficando de quatro, Fael, Alan e Robson revezavam na minha boca, aquelas ferramentas fenomenais, para endurec�-las completamente, e Rafa, com os dedos e uma seringa me lubrificava com vaselina, enchendo meu rabo.

Fiquei assustado com os tamanhos dos pirus dos negros quando em ponto de mala, falei que n�o iria aguentar seria necess�rio me amarrar, assim o fizeram, prendendo os pulsos nos tornozelos e colocando almofada no meu peito para ficar de cabe�a erguida e poder boquet�-los.

Os tr�s negros foram para tr�s de mim enquanto Edson e deram seus paus para um chupar. Fael come�ou me bolinar segurando a cabe�a grossa, colocava na porta do cuzinho e tirava lentamente para abrir caminho, aos poucos a cabe�a com dor entrou, pedi para parar um pouco, quando Rafa enfiou seu pau na minha boca, segurou firme minha cabe�a para eu n�o molestar. Fael aproveitou e escorregou aquele mastro rabo adentro batendo fundo, uma dor insuport�vel. Parou um pouco, porque viu que fui pra frente engasgando com o pau de Rafa, mas me seguraram firme cabe�a e cintura, sem retirar nada dos dois buracos.

Fael come�ou o meter inicialmente devagar e depois mais intensamente, ficando um bom tempo, saiu, veio Alan, outra tora tamb�m, por�m agora, sem preocupar se podia doer ou n�o, enfiou com f�ria e meteu em ritmo fren�tico. Quando Robson pediu a vez. Assim fomos at� a hora do almo�o fui fudida naquele sofazinho, de bunda empinada, pelos dez caras revezando no rabo e na boca para beber todo o leitinho deles.

Achei que iriam me desamarrar para ir ao banheiro e almo�aria, mas n�o, Fael disse que eu passaria apenas com l�quido e leitinho.

Fui levada para um quarto deixado empinado de bunda aberta para cima, com os tornozelos amarrados na lateral da cama. Vi Fael com um neg�cio na m�o perguntei o que era ele disse que eu j� iria saber. Ele tinha comprado um p�nis jumbo de 27x6cm, no qual enfiou no meu rabo at� bater no fundo do canal, deixando parte para fora, disse que era para deixar o rabo aberto enquanto eles almo�avam. Pedi �gua.

Voltou Ti�o com meio copo, achei que era �gua, mas era cacha�a pura, quis recusar, chegou Rafa e fizeram-me beber tudo, em seguida, Ti�o falou agora ser� �gua, tirou seu pau, colocou na minha boca, Rafa me segurou firme no p�nis que estava na minha bunda e ele me disse para n�o deixar cair nenhuma gota fora sen�o iriam socar aquele p�nis artificial at� entrar tudo. Ti�o come�ou a urinar lentamente na minha boca e eu fui engolindo tudo, com medo de Rafa fazer o prometido e me machucar todo.

Assim dormi ou desmaei com aquele instrumento dentro de mim e com a garganta ardida da urina e da cacha�a.

Acordei às 4 horas da tarde com o pau de Roberto na boca e aquela fila de caras revezando na minha bunda.

A meia noite Fael falou agora precisamos variar um pouco. Desamarraram meus tornozelos, me colocaram sentado no pau de Jonas, que tinha um pau comprido (era o maior em tamanho, mas era fino 3,5-4 cm) de costa para seu rosto, me deixando escancarado de pernas para cima.

Edson lubrificou bem seu pau e passou bastante vaselina acima do pau de Jonas e foi lentamente enfiando seu pau no meu cuzinho, comecei a gritar. Eles pegaram um toalha e amarraram minha boca com ela toda atolada at� a garganta. Jonas foi me rasgando toda, segurando firme nas minhas coxas at� seu pau entrar todo. Quando Fael expressou: � assim que todos v�o fazer, e agora Jonas come�a a fud�-lo, o pau entrava e saia freneticamente, me rasgando toda por dentro, parecia que eu ia morrer de tanta dor que via estrelas. Jonas saiu, retirou a toalha de minha boca e deu leitinho para eu beber todo. Em seguida foi Edson ficando Fael o de pau mais grosso para o final. Foram v�rias horas com dois paus na bunda. S� trocava quem ficava embaixo. Eu sei que j� era tarde quando algu�m falou vamos dormir para amanh� fud�-la mais.

Dormi anestesiada de tanta dor com o p�nis jumbo enfiado na bunda da mesma forma como me deixaram a tarde.

No outro domingo fui acordado às 19 horas, com mais cacha�a e urina agora de Fael. Desamarraram-me e me levaram para a areia onde j� eles estavam fazendo um churrasco e bebendo, colocaram-me em cima de um colch�o e ficaram estuprando meu rabinho e dando leitinho e urina para eu beber at� 19 horas, quando me desamarraram e mandaram-me tomar banho e me vestir.

Aproveitei tomei v�rios comprimidos para dor que havia levado e tinha pedido para Fael me dar de seis em 6 horas, mas n�o o fez, passei um anest�sico no rabo.

Eles me levaram para o estacionamento onde estava o meu carro pagaram encheram o tanque e nunca mais os vi. Mas foi um estupro �timo, doeu muito durante, mas fiquei pensando por meses a fio [email protected] ou [email protected]

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