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A BAIXINHA FOLGADA DA FACULDADE

Ela sempre foi daquelas menininhas antip�ticas da sala. Com jeito de timida, mas com muita grosseria para dar. Todos da sala falavam mal dela pelos cantos, mas como a maioria era ipocrita, sempre a comprimentavam e at� puxavam assunto. Talvez n�o tanto por hipocrisia, talvez na esperan�a de um chaveco, j� que ela n�o era de se jogar fora. Magrinha, baixinha, cintura fina e uma bundinha que debaixo daquela cal�a, aparentava ser lizinha ... dava pra bater uma sem problemas. Mas nunca soube que algu�m tinha tido sucesso de catar ela, j� que ela sempre dizia que tinha noivo, e mostrava aquela alian�a dourada.

Eu nunca dei muita bola pra ela, como eu sou do tipo que n�o leva desaforo pra casa, j� nos primeiros dias de aula discuti feio come ela, em uma de suas grosserias. Mas essa inimizade foi aumentando com o passar do tempo, com briguinhas aqui e outras l�.

Eu era at� alvo de cr�ticas diante da classe. At� que em um dia, num semin�rio em que eu estava apresentando para a nota, ela me encheu de perguntas, s� pra me foder, s� de maldade. Fiquei muito puto ... e quase jurei a morte a ela. A noite, estava em casa no meu msn conversando com meus colegas da facul (falando mal dela), quando aparece um msn estranho pedindo autoriza��o. Autorizei, e vi que era ela.

Talvez por ter sido repreendida pelos colegas, ela resolveu admitir que tenha exagerado em me foder no semin�rio, e veio pedir desculpas. Como eu tava muito puto com ela, n�o medi palavras para ser grosso e disse: - J� que voc� me fodeu no semin�rio, nada mais justo vc deixar eu foder essa sua bundinha t�o desejada agora ... talvez seja a �nica coisa que fa�a eu te perdoar.

Realmente admito que fui grosso demais ... e esperei ver mensagens e mais mensagens de chingamento de mais baixo cal�o. Mas para minha surpresa, talvez num ato de "desafio", tipo "ele falou, mas duvido que tenha coragem", ela s� me mandou uma resposta: - S� se for agora ! Imaginei que ela estaria s� tirando com minha cara, por isso n�o mijei pra tr�z e j� marquei um ponto de encontro, e um hor�rio, e ela concordou.

Tinha certeza que ela n�o ia estar l� ... queria ver ela voltar atraz ... n�o eu ... por isso eu peguei o carro e fui no local combinado, e para mais uma surpresa ela estava l� ! E estava vestida pra guerra ... apesar de magrinha, ela vestiu uma roupa que valorizava seu corpo ... um shortinho que mostrava suas pernas lizinhas ... deixava sua bundinha aparente e uma bluzinha que caia levemente sob seus peitinhos pequenos. Nunca tinha visto ela assim. Mas sabia que aquilo era uma disputa, pq ao abrir a porta do carro, ela s� me disse um seco "oi" e sentou sem olhar na minha cara. Queria s� me provocar.

E se era assim ... resolvi tratar ela como uma putinha ... e a levei no motel mais pr�ximo do local, sem mais meias palavras. Ela n�o deu um pio.

Entramos no quarto ... e ela ainda sem perder a pose, sentou-se na cama e ficou me olhando friamente. Sentei na cama tamb�m e pensei: Isso vai ser dif�cil ...

E ia ser mesmo ... virou pra mim e me disse ir�nicamente: - E agora ???

At� pensei em dar o que ela queria: Fugir. Mas n�o ... para que ? para no dia seguinte ela contar para a faculdade toda a hist�ria e dizer que eu neguei fogo ? eu n�o pudia perder aguela gerra ... eu a agarrei !

Ela tentou e afastar no come�o ... amea�ou gritar ... mas eu n�o tava nem ai ... fiz ela calar a boca com um beijo e l�ngua ardente.

Senti seu corpo amolecer ... ela come�ava a se entregar. Senti seus peitinhos ficarem durinhos, e j� meti o dedo debaixo daquele chortinho ... senti sua grutinha molhadinha e sua respira�ao ofegante. Ela me empurrou, (pensei que fosse sair correndo) tirou meus sapatos, puxou minha cal�a, minha cueca e me chupou como uma putinha. Chupou muito gostoso mesmo ... quase gozei ... mas ela percebendo isso, saiu da cama ... tirou aquele chortinho e aquela calcinha branca, como que num strip, veio pra cima de mim, sentou calmamente no meu pau, e come�ou a cavalgar loucamente, cavalgava t�o gostoso que urrava de prazer. Me segurei para n�o gozar ... mas ela logo gozou dando um grito como se n�o gozasse a s�culos ... acabada, ela se deitou.

Mas n�o deixei barato, e disse r�spidamente: -Eu ainda n�o acabei com vc !! Mandei ela ficar de 4, ela obedeceu sem pensar 2x ... parecia querer mais ... fui por traz e comecei a foder aquela bundinha sem d� ... como ela tinha prometido ... fodi gostoso e com for�a, n�o tive medo de machuc�-la, mesmo ela tendo aquela apar�ncia fr�gil, estava gostando muito ... at� lhe disse durante a foda: - O Corno do seu noivinho n�o te come assim n� sua vagabunda ... e ela responeu: O Viadinho do meu noivo nem me come mais !!!

Continuei comendo aquela bundinha loucamente at� n�o aguentar mais e echer ela de porra. Descan�amos um pouco ... e fui tomar um banho ... a vadiazinha ainda teve a aud�cia de entrar de surpresa tomar banho comigo ! n�o aguentei uma hora que ela virou, peguei naquela cinturinha fina e enterrei meu pau naquele cuzinho apertadinho e pequeno ... sem d� ... ela adorou.

Levei ela pra casa ... mas ainda continuava fria ... no dia seguinte na faculdade, pensei em contar toda a hist�ria ... mas seu olhar me implorava para n�o falar nada pra ninguem, fiquei com d� ... afinal de contas ela tinha feito aquilo que eu propunha para perdoa-la ... e acho que merecia ser perdoada, afinal de contas foi uma das minhas melhores trepadas da minha vida. Mantive meu sil�ncio.

Tudo continuou normalmente na faculdade ... eu no meu canto, ela do dela, nenhum sorrizo ... nenhum assunto, mas tamb�m nenhuma briga. Achei que ia continuar assim, at� a formatura, mas um dia, sai mais tarde da faculdade, e ao entrar no carro, alguem bateu na janela da porta, era ela ... estava l� me esperando, e ao eu abrir a janela, aquele mesmo olhar frio daquele �ltimo encontro ... abir a porta e o mesmo "oi" confirmou o nosso c�digo secreto. Ia ser mais uma noite de sexo com aquela baixinha folgada.

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