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MINHA CUNHADA DOS PEITINHOS

Fazia j� algum tempo que eu estava desconfiado das atitudes da minha cunhada com seu neto, filho de meu sobrinho. Ela andava se esfregando muito no menino. Vivia dando beijos na boca do menino de forma a parecer inocentemente, mas por tr�s eu ficava pensando no que poderia estar acontecendo longe de nossas vistas.rnSabia como ela era safada e n�o perderia a oportunidade de ter aquele menino à sua disposi��o para se satisfazer de seus anseios.rnUm dia eu pego. N�o sei como, mas vou pegar. Na primeira oportunidade eu flagro.rnEu precisava encontrar alguma forma de dar um flagrante, por�m era muito dif�cil. Quando ela estava em casa, de folga, levava o menino para dentro da casa dela e trancava a porta. N�o havia como entrar. A n�o ser que eu colocasse uma c�mera escondida. Estava dif�cil.rnNunca perdi a esperan�a. Um dia eu flagro alguma coisa. Esta menina est� fazendo sacanagem com este menino às escondidas.rnVai da� que num daqueles seus dias de folga, fui at� a casa dela e vi que a porta da cozinha n�o fora fechada. rnEntrei de mansinho - muito de mansinho. Atentei bem para os ouvidos, foi a� que escutei um leve suspirar. Um cochicho.rn- Vem querido, Vem meu amor! rnMeu pau come�ou a crescer.rn- Vem, assim. Deita aqui em cima de mim, meu querido.rnMeu pau aumentou de tamanho!rnA porta do quarto n�o fora fechada direito. Havia uma fresta. Quase sem respirar continuei a ouvir.rn- Bota aqui meu querido. Vem coloca a�, assim! Assim, amor!rn- A� mesmo.rn- P�e a cabe�a da tua piroquinha bem aqui dentro da minha bucetinha. Vai.rnMeu pau estava super duro.rnEla sussurrava enquanto eu imaginava ela com as pernas abertas apertando o menino contra a buceta, fazendo ele enfiar o pau. Ensinando o garoto a fud�-la.rnPercebi que a brecha que havia na porta dava para eu entrar. Me abaixei e fui colocando a cabe�a para ver o que poderia enxergar. N�o poderia ser melhor. Ela estava deitada na cama com a cabe�a virada para o outro lado, e ele por cima dela tamb�m estava virado para l�.rnMe arrastei o mais levemente poss�vel at� me colocar ao lado da cama, no ch�o. Entrei embaixo da cama. Me acomodei e fiquei curtido.rn- Meu amor, como eu adoro voc� me comendo. Quando a sua pir�ca estiver maior, vou deixar voc� me comer muito, todos os dias, querido!rnAbri a cal�a e comecei a me alisar a piroca que estava para estourar.rnO que eu iria fazer? Pensei. Bater uma punheta em baixo da cama em vez de dar o flagrante, que estava acontecendo e aproveitar a oportunidade para comer aquela buceta ali, logo acima?rnVamos l�. Tem que ser agora. Imagino a cara que ela vai ficar!rnDevagar fui saindo de debaixo da cama. Vi que estava virada para o outro lado. Que vis�o! Com as pernas abertas e o menino encaixado.rnSei que voc� n�o pode ainda, mas eu vou gozar j�, j�, amor!rnMe levantei, Ela percebeu o movimento e, mesmo surpresa n�o afastou o menino de cima dela.rn- Agora eu t� fudida. Voc� me pegou!rn- Calma. N�o t� fudida nada, ao contrario est� mesmo se deixando fuder, mas gostei.rn- O que vou fazer da minha vida agora?rn- Nada. Simplesmente, agora tamb�m vou querer te comer e � s�!rn- Mas n�o podemos! Voc� � meu cunhado!rn- Esquece essa de cunhado!rn- Sempre quis te comer mesmo. Sempre achei que voc� � uma verdadeira safada na cama. Sempre quis estar de pau duro atr�s de voc�, e agora vou te comer de verdade, sua puta!rn - Vamos fazer o seguinte: Quando eu te comer, pense em que eu estou te fazendo gozar, e eu pensarei da mesma forma!rn- N�s vamos fazer gozar um ao outro, diferente de pensar que estaremos fudendo um ao outro. Quando vc quiser gozar eu te frei gozar, assim como quando eu quiser gozar vc me far� gozar, certo?rn- Sei l�!!!rnPercebi que ela afrouxou. Agora � a minha hora, pensei comigo.rnComecei a alisar os seus peitinhos pequenos e ela n�o se afastou.rnEsqueci do menino! O menino? Este continuava em cima dela empurrando-lhe o pau enquanto a gente discutia. Como se nada estivesse acontecendo.rnO menino � deficiente mental e n�o tem no��o nenhuma da realidade que o cerca, por isso eu estava muito à vontade. Pra ele tudo � festa. O neg�cio dele � beijo na boca.rn- Filho, disse ela; fica um pouco aqui do lado que agora a vov� vai ser comida pra valer. rnO garoto obedeceu e deitou-se ao lado enquanto eu come�ava a chup�-la.rnEnquanto eu me saciava com aqueles adorados peitinhos ela meteu abriu minha cal�a e al�ou da minha pir�ca, dura como um mastro.rn- Que pica linda que vc tem meu camarada!rnAssim falando ela encaixou a m�o em minha pica e come�ou a punhet�-la.rnE eeu alvoro�ado procurava aqueles peitos t�o sonhados, ora um, ora outro, insaci�vel.rnO garoto estava de lado e ela tamb�m o punhetava. Mas o menino nem pelos tinha e at� nem mesmo sabia como gozar.rnEnt�o chegara a hora. Apontei a cabe�a da pica na buceta dela e ela deixou penetrar um pouco.rn- cuidado! Ela disse.rn- Com o que? Perguntei.rn� que esse menino gosta mesmo � de uma bunda. J� dei pra ele v�rias vezes. � a foda que mais ele prefere. Vendo a tua bunda virada para cima, com certeza j� vai pular nas tuas costas.rnFoi maravilhoso sentir que a minha pir�ca j� estava acomodada dentro daquela larga, quente, e deliciosa buceta. Enquanto era comida, minha cunhada segurava e chupava a piroca do menino. Depois ela o colocou sobre as minhas costas.rn- Agora vc vai deixar ele te comer. Vc t� me comendo e agora vai tamb�m ser comido!rnEnquanto ela o acomodava colocando o pinto duro do menino na reta de meu cu, fez com que ele me penetrasse. Meu pau aumentou de tamanho e ficou mais duro naquela hora. Era o que eu sempre desejara, mas nunca tinha feito. Comer e ser comido era um dos meus maiores desejos.rnDeixei o garoto muito à vontade relaxando bem para facilitar que ele colocasse todo o seu pau dentro de meu cu. Enquanto isso, minha pir�ca penetrava mais fundo ainda dentro da buceta dela.rnEstava muito gostoso, pois eu comia a minha cunhada t�o desejada. Muito deliciosa, muito safada por sinal. Quando o menino come�ou a me enfiar mais forte comecei a sentir que ia gozar pelo cu.rnMinha cunhada ent�o virou-se e colocando meu pau em sua boca, come�ou a punhet�-lo e apelou para que eu gozasse, e que queria tomar do meu leite.rnE ent�o gozei! Gozei muito. E enquanto gozava sentia que meu cu sugava mais para dentro o pequeno cacete do menino.rnE ela se deliciava chupando muito todo o leite ejaculado por fortes impulsos.rnAgora meus desejos estavam satisfeitos, pois tinha agora a minha cunhada dos adorados peitinhos pequenos à minha disposi��o.rnNo pr�ximo cap�tulo.rn

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